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26/02/2012

Olhe para a Cruz, pois o que reparto agora irá doer na tua alma!



Neste mês de março de 2012, efeméride que ficará marcada na história da instituição, A Sociedade Bíblica do Brasil entrega ao mercado a Bíblia Apostólica com anotações de Estevam Hernandes (autoproclamado precursor da visão apostólica no Brasil) e prefácio de Renê Terra Nova.

Vou repetir: A Sociedade Bíblica do Brasil entrega ao mercado...

Vou repetir NOVAMENTE: A Sociedade Bíblica do Brasil entrega ao mercado...

Agora, eu penso que o leitor está sentindo mesma dor que eu estou sentindo agora.

Não. É pouco!

 Vamos enfiar esta adaga com mais força no seu coração:

“Deus nos deu o privilégio de ter a primazia do apostolado no Brasil e essa Visão se espalhou por todos os lugares. Com esta publicação, que é a primeira Bíblia Apostólica anotada do mundo, desejamos que esta visão alcance ainda mais vidas, resgatando a cada dia mais pessoas para Jesus” Estevam Hernandes

Note bem: A primeira bíblia apostólica do mundo. Aquela que faltava. A visão que o mundo precisa para alcançar mais vidas. Ali temos Evangelhos escritos por apóstolos sem eira e nem beira, mas as anotações e comentários... são da lavra de O apóstolo. Aquele da primazia da visão apostólica. O maioral! 

 Uma joia impressa na nossa... Sociedade Bíblica do Brasil.

A edição da bíblia apostólica traz 15 páginas que explicam o que é a Visão Apostólica e como ela chegou até a Igreja dos nossos dias.

Se você não sabe como chegou, vai saber meu mano! Estevam vai te contar como a igreja chegou claudicante e desorientada até o ápice de sua jornada... Quando o pai da visão apostólica se fez carne nesta terra, foi preso e acorrentado em Miami, ganhou uma tornozeleira eletrônica sem espinhos  e voltou ao terceiro mês ao Cambuci, de onde irá julgar os tolos e os néscios!

Produzida pela Sociedade Bíblica do Brasil, a edição terá ao longo dos 66 livros mais de 5.000 notas comentadas, mapas coloridos, 40 estudos bíblicos, 40 perfis de personagens bíblicos e 40 ministrações de ofertas.

O melhor de tudo, claro, são as tais 40 ministrações de oferta, especialidade de Ali Estevam, o homem que na numerologia gospel de Morris Cerrulo tem o número 40: Quarenta (mil) processos, 40 bispos ladrões... Enfim, filho na fé de Ali, o Babá.

 Ohhhh Aleluia!

Olhem para a Cruz, pois tem mais:

“Creio que é chegado um tempo de unidade no Reino, um tempo no qual precisamos nos apegar ainda mais à Verdade, Jesus, para vermos o manto apostólico sendo estabelecido sobre nossa nação [...] esta Bíblia será como uma bússola que fará com que você caminhe sempre e sempre em direção à Verdade Maior, Jesus. E nada melhor do que um apóstolo para conduzi-lo por estas linhas de decisão [...] E você será adestrado para este tempo profético e apostólico que estamos vivendo através desta Bíblia que está em suas mãos“. 
Renê Terra Nova em seu prefácio à bíblia apostólica produzida pela Sociedade Bíblica do Brasilsim meus amigos: a nossa SBB.

E tem mais, após puxar a descarga, Terra Nova continua obrando:

 “Estevam é um líder incansável! Tenho visto isso na sua vida e história, que se tornouuma espécie de GPS apostólico, pois muitos não tinham coragem de romper e adotar a nomenclatura (de apóstolo). Depois que ele abriu o caminho, todos estão logrando êxito em muitas áreas dos seus ministérios. Por trás, porém, existe esse estimulador de valores, um homem que treinou muitos generais de guerra no mundo espiritual.”

Sem dúvida! Depois que Ali Estevam Baba disse o seu Abre-te sézamo apostólico, adentraram na caverna muito mais do que 40 ladrões.

A Renascer foi qualificada pelo MINISTÉRIO PÙBLICO como uma organização CRIMINOSA. As heresias expressas, já no prefácio desta edição são gritantes! Como... Mas como a SBB aceita participar de uma empreitada destas? Tem de haver um limite!

Aguardemos o que tem a dizer a Sociedade Bíblica do Brasil.

Entre todos os posts publicados neste site, este é, até o momento, aquele que eu menos gostaria de ter escrito e postado. Rogo a Deus que eu possa ter motivos de me retratar.

Sou um grande entusiasta de bíblias de estudo, comentadas, temáticas, funcionais, comparativas, etc. Já disse isto aqui algumas vezes. Possuo quase 100 destas publicações. Para mim são uma motivação (extra, óbvio) de iniciar mais uma leitura das Escrituras (já o fiz dezenas de vezes) e aprender com comentários de gente que sabe mais do que eu.

Aproveito os estudos para o meu grupo pequeno, nas minhas pregações, aprendo muito com os destaques temáticos e de contexto histórico e enriqueço a minha experiência, comparando textos.

Sempre que uma bíblia do gênero é lançada, encaro com alegria a tarefa de ler e recomendar (se for o caso) aos leitores do Genizah. Já o fiz diversas vezes. Sei que a minha opinião e divulgação ajudaram  nas vendas e, garanto, em todos os casos, o fiz com muita alegria e convicção de quem indica algo de qualidade e que irá enriquecer a vida dos irmãos.

Poucas vezes me deparei com um erro grosseiro como este, onde as Escrituras Sagradas servem de moldura para a disseminação de heresias no meio do povo de Deus. A “financeira” do Malafaia é um exemplo triste. As exegeses feitas para privilegiar o falso evangelho da prosperidade são lamentáveis. A hermenêutica de mamon! Contudo, quem publicou não causa desapontamento. Agora, este presente escândalo sair das prensas da SBB é uma lástima.   


Fonte: Genizah

01/08/2011

Ele Voltou - Agora é R$ 911,00

Cerullo, com a benção do Malafaia (que tocou o horror no final do programa contra os blogs que falam "mal dele") voltou e com a oferta inflacionada R$ 911,00 e ainda libera dons aos fiéis. Como li num comentário no Orkut "Deus deve estar cansado de trabalhar e colocou um suplente na terra para liberar dons".
O legal é que tem um "presente" para os que contribuírem, que é a Bíblia da oração.
Se você tiver saco para assistir:
http://www.youtube.com/watch?v=jdNcScFK01Q

08/02/2011

Apóstolos????




Fonte da imagem: Hospital da Alma 
Alerta aos “apóstolos”!
Andrew Strom
Tradução de João A. de Souza Filho



Carta aberta a Peter Wagner, Dutch Sheets e demais “apóstolos”.

Esses dias li um relatório da nova “rede apostólica” liderada por Dutch Sheets que fez algumas reuniões na Flórida para “arrumar novos territórios” para seus apóstolos etc. Preciso escrever o que o Senhor diria a esses homens.

Primeiramente quero que nos lembremos de algumas coisas. No dia 23 de junho de 2008 um grupo de “apóstolos e profetas” sob a liderança de Peter Wagner subiu na plataforma em Lakeland, Flórida nas reuniões de avivamento de Todd Bentley, para impor as mãos sobre este evangelista e comissioná-lo ao ministério. Fizeram mais que isto: Peter Wagner chamou aquele momento de “alinhamento apostólico”. E fez a seguinte declaração diante das câmeras e de todo o povo:

“Eu uso da autoridade apostólica que Deus me deu, e declaro a Todd Bentley:
- O poder que você tem aumentará;

- A autoridade que você tem também aumentará.

- A graça (de Deus) em você aumentará.

Também declaro que:

- Sua influência crescerá

- Sua revelação aumentará.

- E também declaro que:

- Um poder sobrenatural novo fortalecerá você e fluirá em seu ministério.

- Uma força nova e poderosa penetrará nesse mover de Deus.

As pessoas pensam que Peter Wagner estava “profetizando” quando disse essas palavras, mas, na realidade ele estava “decretando” tais coisas a Todd Bentley, já que Peter Wagner encabeçou aquele momento como “apóstolo chefe”. No dia seguinte, numa carta, Peter Wagner chamou aquele momento de “evento rompedor” e declarou: “Chegamos ao ponto que podemos chamar de segunda era apostólica...” (Em outras palavras, uma nova era de apóstolos verdadeiros.

A pergunta que lhe faço Peter, é que resultados você teve com tudo isso? Porque, literalmente, em algumas semanas descobrimos que muitos dos “milagres” em Lakeland eram falsos, e não tinham fundamento algum. Depois, ficamos sabendo que a esposa se divorciou de Todd Bentley, porque o evangelista ungido por Peter Wagner estava tendo um caso sexual naqueles mesmos dias – e o “avivamento” foi por água abaixo! Esfacelou-se em pedaços! Foi isso o que aconteceu!

Todos os grandes líderes carismáticos que estavam naquela plataforma, depois que a “bomba” estourou não sabiam onde se esconder, de tão envergonhados que ficaram. E ninguém mais que Peter Wagner – depois de fazer este “decreto apostólico”. Quem sabe o pior desastre da vida dele!

Então, quem puxou o tapete e fez que seu “alinhamento apostólico” ruísse, Peter Wagner? Preciso lhe dizer que são dois os responsáveis.

O primeiro responsável por tudo ruir foi você mesmo, e o segundo, Deus. Porque Deus se levantou contra você e seus autodenominados apóstolos. Ele é que fez tudo isso!

Você e seus amigos ocuparam um ofício, ou posição no corpo de Cristo que não era de vocês; e Deus está atualmente no processo de derrubar esses apóstolos e toda sua rede apostólica junto!

Dutch Sheets – posso lhe perguntar quem lhe deu o direito de buscar territórios (espaço) no corpo de Cristo da América do Norte e distribuir aos seus “apóstolos” como se o corpo de Cristo pudesse ser distribuído como franquias do Mcdonalds a você e a todos os seus “apóstolos”?

Você tem idéia de onde você está se metendo? Certamente você sabe que você e seus “apóstolos” não são apóstolos reais como os do Novo Testamento, e estão se tornando um alvo grande e bem marcado, para que o juízo de Deus os alcance! Como, então, você trata o corpo de Cristo como se fosse um projeto imobiliário, que você pode distribuir como lotes de um empreendimento, para seu próprio engrandecimento?

Devido a homens como você Deus trará juízo sobre a liderança da igreja. Esses líderes se autodenominam “apóstolos”? Bem, então Deus os provará e os testará. Se não são reais, Deus os terá como inimigos dele, porque esses apóstolos estão impedindo a verdadeira Reforma.

Todo auto-proclamado apóstolo será provado. Sim, você afirma que seu grupo é um “concílio de anciãos apostólicos” ou algo similar. Espere Deus os chamar, e, se vocês não são verdadeiros ele os derrubará. O Senhor está voltando para levar sua igreja com grande poder, e vocês “apóstolos” estão atrapalhando a vinda dele, estão no caminho dele!

Certa ocasião, no Canadá, ouvi um desses grandes “apóstolos” dizer aos seus apóstolos associados que seu “apostolado” será julgado pelos níqueis que eles representam (em outras palavras, pela “quantidade” de dinheiro que conseguem levantar). Bem, como sei do que se trata, creio que esses “apóstolos” são lobos devoradores!

Lee Grady escreveu sobre essa “apostolomania”:


Em alguns círculos esses apóstolos exigem total obediência dos líderes que estão debaixo da liderança deles. Alguns controlam a entrega dos dízimos a eles, e, criaram uma monstruosa estrutura organizacional espiritual semelhante a da Amway. Esses assim chamados apóstolos formam uma cadeia em que uns estão sobre os outros, e levantam enormes quantidades de dinheiro. Um líder propôs aos pastores a oportunidade de se tornarem “filhos espirituais” contribuindo com mil dólares por mês para seu ministério. (grifo meu).

E, no entanto, veja o que o verdadeiro apóstolo Paulo escreveu: “Porque a mim me parece que Deus nos pôs a nós, os apóstolos, em último lugar, como se fôssemos condenados à morte... Até à presente hora, sofremos fome, e sede, e nudez; e somos esbofeteados, e não temos morada certa, e nos afadigamos, trabalhando com as nossas próprias mãos. Quando somos injuriados, bendizemos; quando perseguidos, suportamos; quando caluniados, procuramos conciliação; até agora, temos chegado a ser considerados lixo do mundo, escória de todos” (1 Co 4.9-13).

Isto sim é apostolado! Diga-me, você que é um apóstolo moderno, você preenche o perfil dos apóstolos do Novo Testamento? Se não, o que acha que Deus fará com vocês que usam um título falso na igreja?

Creio que os verdadeiros apóstolos, quando surgirem, se recusarão a usar este título! Eles se humilharão, e não se exaltarão tanto quanto vocês! Este é o coração do verdadeiro líder levantado por Deus.

Ao encerrar, deixe-me advertir novamente os que utilizam o título de “apóstolo” ou “profeta” na igreja. Deus virá para limpar sua casa, e se você não é verdadeiro, ele começara a limpar a casa por você. É simples assim! Você precisa se arrepender urgentemente dessa tão grande presunção. Bem, estou avisando!


Nota do tradutor: É importante que a igreja use parâmetros bíblicos para julgar esses tais apóstolos, como fazia a igreja de Éfeso, elogiada por Jesus: “Conheço as tuas obras, tanto o teu labor como a tua perseverança, e que não podes suportar homens maus, e que puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achaste mentirosos” (Ap 2.2). Se você escreve em inglês, concorde ou não com o que o autor escreveu, o endereço do Andrew Strom é:
prophetic@revivalschool.com

Fonte: Urro do Leão


10/08/2010

O colapso do Movimento Evangélico



Por Ricardo Gondin

Dois pastores paulistas se fantasiam de Fred e Barney. Isso mesmo, fantasiados de Flintstone, entre gracejos ridículos, acreditam que estão sendo "usados por Deus para salvar almas". Na rádio, um apóstolo ordena que tragam todos os defuntos daquele dia, pois ele sente que Deus o "ungiu para ressuscitar mortos".


Os jornais denunciam dois políticos de Minas Gerais, "eleitos por suas denominações para representar os interesses dos crentes", como suspeitos de assassinato. O rosário se alonga: oração para abençoar dinheiro de corrupção; prisão nos Estados Unidos por contrabando de dinheiro, flagrante de missionários por tráfico de armas; conivência de pastores cariocas com chefões da cocaína .

Fica claro para qualquer leigo: O movimento Evangélico brasileiro se esboroa. O processo de falência, agudo, causa vexame. Alguns já nem identificam os evangélicos como protestantes. As pilastras que alicerçaram o protestantismo vêm sendo sistematicamente abaladas pelo segmento conhecido como neopentecostal. Como um trator de esteiras, o neopentecostalismo cresce passa por cima da história, descarta tradições e liturgias e se reinventa dentro das lógicas do mercado. É um novo fenômeno religioso.



É possível, sim, separá-lo como uma nova tendência. Sobram razões para afirmar-se que o neopentecostalismo deixou de ser protestante ou até mesmo evangélico.É uma nova religião. Uma religião simplória na resposta aos problemas nacionais, supersticiosa na prática espiritual, obscurantista na concepção de mundo, imediatista nas promessas irreais e guetoizada em seu diálogo cultural.



Mas a influência do neopentecostalismo já transbordou para o "mainstream" prostestante. O neopentecostalismo fermentou as igrejas consideradas históricas. Elas também se vêem obrigadas a explicar quase dominicalmente se aderiram ou não aos conceito mágicos das preces. Recentemente, uma igreja batista tradicional promoveu uma "Maratona de Oração pela Salvação de Filhos Desviados".


Pentecostais clássicos, como a Assembléia de Deus, estão tão saturados pela teologia neopentecostal que pastores, inadvertidamente, repetem jargões e prometem que a vida de um verdadeiro crente fica protegida dentro de engrenagens de causa-e-efeito. Os "ungidos" afirmam que sabem fazer "fluir as bênçãos de Deus". É comum ouvir de pregadores pentecostais que vão ensinar a "oração que move o braço de Deus”.



O Movimento Evangélico implode. Sua implosão é visceral. Distanciou-se de dois alicerces cristãos básicos, graça e fé. Ao afastar-se destes dois alicerces fundamentais do cristianismo, permitiu que se abrisse essa fenda histórica com a tradição apostólica.



1. A teologia da Graça



Desde a Reforma, protestantes e católicos passaram a trabalhar a Graça como pedra de arranque de um novo cristianismo. O texto bíblico, “o justo viverá da fé”, acendeu o rastilho de pólvora que alterou a cosmovisão herdada da Idade Média. A Graça impulsionou o cristianismo para tempos mais leves. Foi a Graça que acabou com a lógica retributiva que mostrava Deus como um bedel a exigir penitência. Devido a Graça entendeu-se que a sua ira não precisa ser contida. O cristianismo medieval fora infectado por um paganismo pessimista e, por isso, sobravam espertalhões vendendo relíquias e objetos milagrosos que, segundo a pregação, “ garantiam salvação e abriam as janelas da bênção celestial”.



Lutero, um monge agostiniano, portanto católico, percebeu que o amor de Deus não podia ser provocado por rito, prece, pagamento ou penitência. Graça, para Lutero, significava a iniciativa de Deus, constante, unilateral e gratuita, de permanecer simpático com a humanidade. Lutero intuiu que Deus não permanecia de braços cruzados, cenho franzido, à espera de que homens e mulheres o motivassem a amar. O monge escancarou: as indulgências eram um embuste. Assim, Lutero solapava o poder da igreja que se autoproclamava gerente dos favores divinos.



Passados tantos séculos, o movimento neopentecostal, responsável pelas maiores fatias de crescimento entre evangélicos, abandonou a pregação da Graça. (É preciso ressaltar, de passagem, que o conceito da Graça pode até constar em compêndios teológicos, mas não significa quase nada no dia-a-dia dos sujeitos religiosos).



Os neopentecostais retrocederam ao catolicismo medieval. É pre-moderna a religiosidade que estimula valer-se de amuletos “como ponto de contato para a fé”; fazerem-se votos financeiros para “abrir as portras do céu”; “pagar o preço” para alcançar as promessas de Deus. Desse modo, a magia espiritual da Idade Média se disfarçou de piedade. A prática da maioria dos crentes hoje se concentra em aprender a controlar o mundo sobrenatural. Qual o objetivo? Alcançar prosperidade ou resolver problemas existenciais.


2. A compreensão da Fé


“A Piedade Pervertida” (Grapho Editores) de Ricardo Quadros Gouvêa é um trabalho primoroso que explica a influência do fundamentalismo entre evangélicos.


“O louvorzão, assim como as vigílias e as reuniões de oração, e até mesmo o mais simples culto de domingo, muitas vezes não passam de um tipo de superstição que beira a feitiçaria, uma vez que ele é realizado com o intuito de ‘forçar’ uma ação benévola da parte de Deus, como se o culto e o louvor fossem um ‘sacrifício’, como os antigos sacrifícios pagãos. Neste caso, não temos mais liturgias, mas sim teurgias, nas quais procura-se manipular o poder de Deus” (p.28).


Ora, enquanto fé permanecer como uma “alavanca que move os céus”, as liturgias continuarão centradas na capacidade de tornar a oração mais eficaz. Antes dos neopentecostais, o Movimento Evangélico já se distanciara dos Místicos históricos que praticavam a oração com um exercício de contemplação e não como ferramenta de como tornar Deus mais útil.



Fé não é uma força que se projeta na direção do Eterno. Fé não desata os nós que impedem bênçãos. Fé é coragem de enfrentar a vida sem qualquer favor especial. Fé é confiança de que os valores de Cristo são suficientes no enfrentamento das contingências existenciais. Fé aposta no seguimento de Cristo; seguir a Cristo é um projeto de vida fascinante.



O neopentecostalismo ganhou visibilidade midiática, alastrou-se nas camadas populares e se tornou um movimento de massa. Por mais que os evangélicos conservadores não admitam, o neopentecostalismo passou a ser matriz de uma nova maneira de conceber as relações com o Divino.



A alternativa para o rolo compressor do neopentecostalismo só acontecerá quando houver coragem de romper com dogmatismos e com os anseios de resolver os problemas da vida pela magia.

O caminho parece longo, mas uma tênue luz já desponta no horizonte, e isso é animador.


Soli Deo Gloria


9-08-10

Fonte: Ricardo Gondin

30/07/2010

Nossos Cultos são verdadeiros?


Quando li este trexto pecebi o quanto ele expressa a realidade da maior parte do que convencionamos chamar "culto". Brilhante análise da conjuntura atual e faço votos que sirva de reflexão pra retomar o eixo em direção a centralidade do culto para Deus.

Por:  Pr. Luiz Fernando R. de Souza
Ao observamos as eclesiologias e as liturgias em nossas igrejas, vemos uma total descaracterização. Aquilo que deveria ser direcionado para Deus e Sua glória exclusivamente foi totalmente travestido de um humanismo exacerbado. Deus que deveria ser o foco central do culto foi alijado do processo e virou nota de rodapé colocado na parte inferior das atividades. Deus virou pretexto para que o homem continue no centro. Deus é citado como apoio às práticas mundanas e capitalistas que permeiam a igreja. Há uma expressão que vem dos tempos da Reforma que diz: SOLI DEO GLÓRIA. Quer dizer: Glória somente a Deus. O insuperável Johann Sebastian Bach que revolucionou a música terminava todos os manuscritos de suas composições com as letras S.D.G. (Soli Deo Glória).

Isso nos mostra que tudo em nossas vidas deveria apontar para Deus. O culto é para Deus. Somente Deus merece receber a glória e isso implica que Ele deve ser o centro do culto. A Reforma resgatou essa máxima esquecida durante séculos. O culto não pode ser voltado para o homem. Não pode procurar satisfazer os desejos do homem e nem girar em torno dele. Mas vemos que o homem assumiu o lugar de Deus e passou a ser reverenciado. As pregações não apontam mais para o pecado que leva o homem a perdição e nem mais mostram a graça salvadora de Deus, mas sinalizam maneiras dos homens superarem suas crises.
Basta ver os títulos dos sermões pregados. Em uma rápida passagem de olhos pela internet encontrei alguns títulos interessantes, vejamos: “Vencendo as Batalhas; Tempo de Conquistas; Vivendo Triunfantemente, etc." Vejamos alguns títulos do Príncipe dos Pregadores Charles Haddon Spurgeon: “A Humilhante mas Gloriosa Dependência de Deus; O Terrível Porém da Justiça Própria, etc." Daí da para perceber a grande diferença.

As músicas não exaltam mais a Deus, mas sim se centram no homem e suas crises. Se observarmos as músicas evangélicas atuais veremos essa triste realidade. Músicas que mostram o que Deus fará pelo homem e não a expressão de uma alma agradecida a Deus. Existe até música de louvor dedicado a ser humano! Sei que existe este tipo de música religiosa entre os mórmons, mas para cristão... A quantidade de vezes que o pronome eu aparece nessas músicas é algo estarrecedor. Se compararmos com os grandes hinos da hinologia cristã veremos o contraste gritante.

O primeiro hino do Cantor Cristão diz: “A ti, ó Deus, fiel e bom Senhor. Eterno Pai, supremo Benfeitor, Nós, os teus servos, vimos dar louvor, Aleluia! Aleluia! O que dizer das catarses praticadas em nossos cultos? Gritos de vitória, brados de louvor, tudo isso produz alívio e não libertação. Qualquer psicólogo recém formado pode confirmar isso. Para tristeza nossa essas práticas espúrias entraram para ficar. O que dizer dos moveres de Deus nos cultos onde o frenesi se instala e o ego grupal prevalece, as pessoas rodopiam, gritam, caem ao chão, riem sem parar, imitam animais com seus sons e mais um cem números de outras bizarrices?

Muitos adentram as igrejas para buscar suas bençãos e encontram sacerdotes corroídos que oportunamente lhes oferecem as bênçãos, buscando satisfazer os egos eternamente insatisfeitos em troca de alguma coisa material. Muitos esqueceram que as reuniões solenes dos santos são para louvor e glória de Deus. Essas reuniões deveriam ter Deus e Sua glória em primeiro lugar. Nossos cânticos deveriam exaltar o nome que é sobre todo nome. Nossas orações deveriam expressar nossa gratidão Àquele que nos amou e morreu por nós. Hoje cantamos músicas desprovidas de adoração. Muitas dessas coisas cantadas em nossas igrejas expressam um antropocentrismo aviltante. Muitos acham que louvor é somente cantar qualquer coisa. Louvor também é expressão de nossa admiração em relação a Deus. Por estarmos admirados com a grandeza de Deus e com Seu amor expressamos isso adorando, louvando Sua pessoa.

Mas o culto mudou. Temos culto do Eliser. Vejam só que nome de culto! Acredito que seja um culto específico para arranjar namorado/companheiro. Quando é que um culto se presta a isso? Paralelamente temos o culto da Terapia do Amor onde os descasados estão à cata de um companheiro/a. Nada mais mundano que isso!

O que dizer dos cultos para empresários bem sucedidos e outros falidos juntamente com os desempregados à procura de empregos? Dêem outro nome a isso, menos culto. Isso causa náuseas em qualquer bom cidadão.

Ao entrarmos em nossas igrejas deveríamos lembrar a máxima de João Batista: “Importa que Ele cresça e que eu diminua”. Deveríamos lembrar o que o Senhor disse a Moisés: “Descalce os pés porque a terra é santa”.

Não gostaria de falar, mas me sinto constrangido a isso. E os famigerados cultos de libertação? O próprio nome do culto é uma contradição. Libertação para quem já foi liberto? Libertar o cristão se Cristo já realizou tudo no Calvário? O que tais pessoas entendem sobre as palavras de Cristo na cruz: Tudo está consumado?

Culto deveria ser expressão de nossa liberdade conquistada na cruz e nunca para buscarmos libertação. Culto deveria ser nossa celebração pela vitória alcançada na cruz e isso pela misteriosa, grandiosa e maravilhosa graça de Deus.


Precisamos de uma vez por todas fazer coro com os reformadores: SOLI DEO GLORIA.

Soli Deo Glória

Fonte:
Pr. Luiz Fernando R. de Souza, Via Eclesia Sempre Reformada Recebido por email em betochurch



































Ave Crux, Unica Spes!



26/07/2010

Das heresias no “louvor”

Cristo Genérico é entoado em todas Igrejas

Vamos fazer um exercício de honestidade intelectual e espiritual? Selecione 100 das mais populares músicas, “gospel” ou “não-gospel”, cantadas nas igrejas das mais diversas denominações protestantes. As mais populares pérolas da nossa Corinhologia.


Fez a Lista? Muito bem! Agora observe quantas delas um muçulmano não teria problema em cantá-las. Achou várias, não é? Agora veja quantas um judeu se sentiria à vontade entoando. São muitas, não é verdade? Continue com os espíritas kardecistas. Se o eixo das musicas é uma ode à Divindade (Deus, Pai, Senhor, Javé) e a recepção de bênçãos para quem canta, há muito de teísmo, de unitarismo, e os seguidores daquelas religiões não-cristãs não veriam problemas em seu canto, na realidade pan-religioso, mas que transmite muita “energia”, “luz”, “paz”.

Continue com a lista na mão, e procure aqueles em que há a palavra Jesus. Agora pense em nossos “parentes distantes” religiosos, das seitas para-cristãs: Mórmons, Testemunhas de Jeová, os da Ciência Cristã, ou os sincréticos como os do Santo Daime. Eles ficariam à vontade cantando essas músicas de um “Cristo genérico”? Numa boa. Ou seja, como o negócio é alimentar o subjetivo com sentimentos positivos, promover catarse e, até, transe, não há conteúdo doutrinário, com os pilares conceituais do Cristianismo bíblico, apostólico, ortodoxo.


Por outro lado, aquelas músicas que falam de Jesus Cristo, cantadas nas igrejas protestantes, são adotadas, tranquilamente, por católicos romanos ou orientais, porque nelas não há nada de especificamente reformado.

Se não há musicas específicas para o Calendário Cristão (Advento, Natal, Quaresma, etc.), fica difícil harmonizá-las com os temas dos sermões, exatamente porque elas se destinam ao sentir e não ao pensar.


A rejeição aos Hinos históricos não se dá porque eles têm melodias “antiquadas”, mas porque eles são teologia cantada, o que é uma chatice… Ninguém está a fim de refletir, mas de curtir! Como uma igreja é a sua teologia, e é o que ela canta, estamos numa pior.

Mas, os pastores não estão nem aí, pois não querem contrariar a freguesia, nem atingir o que traz resultados. Enquanto isso, uma música recente, que fala em Zaqueu, era tocada em radiola de ficha no “Bar do Zé”, alternada com clássicos de Reginaldo Rossi, enquanto a galera prosseguia em seus exercícios lúdico-erótico-etílicos.


Canta meu povo!

Robinson Cavalcanti


Fonte: Creio, via MMC Yahoo





30/06/2010

Manto de fogo em Charqueadas


O pessoal tem que se cuidar e usar uma luva de amianto antes de tocar nele para evitar queimaduras.

13/06/2010

Entre Igrejas e a igreja












Por Leonardo Gonçalves














Tenho que admitir. Eu sei que é triste, duro, mas é verdade: as IGREJAS mentem. Não somente isso, mas também abusam espiritualmente. Elas (fatalmente) cometem muitos equivocos.






Há tempos que as IGREJAS cederam espaço ao legalismo, fanatismo, misticismo, relativismo, henoteísmo e quase todos os “ismos” que você possa imaginar. Porém, Jesus não disse que edificaria IGREJAS; ele disse que iria edificar a sua IGREJA, e que contra essa as portas do hades não prevaleceriam. É preciso urgentemente fazer a distinção entre IGREJAS e IGREJA.






As IGREJAS estão envolvidas com toda prática perniciosa e neo-pagã, porém a IGREJA verdadeira não se corrompe. Ela é invisível e composta por todos os crentes renascidos. Parte dela está na Terra, militando contra seitas, heresias, modismos, desmanchando argumentos falaciosos e incabíveis, ou simplesmente congregando e lutando para permanecer pura, sem mancha. A outra parte dela está no céu, desfrutando da paz não merecida, mas tão almejada. Quanto às IGREJAS, seus membros são telepastores e televangelistas que assim como Balaão estão inclinados ao materialismo e ao pragmatismo. São os padres pedófilos, os bispos que sonegam impostos, os apostolos ignorantes que se re-batizam em Israel. São também neo-fariseus que se creem mais espirituais que os demais, como se a benção de Deus tivesse alguma relação com meritos humanos. Alguns vivem um ascetismo hipócrita, outros, porém, vão ao outro extremo e desprezam os valores éticos expressos na Palavra de Deus. Muitos deles se infiltram em nossos templos, entre os servidores, e nos dão veneno de comer. Os membros das IGREJAS são falsos professos, caricaturas do cristianismo autêntico, estrelas apagadas, folhas secas levadas pelo vento, estando envolvidos em escandalos, politica e muita malandragem. Porém, a IGREJA não se corrompeu, não se corrompe e jamais se prostrará ao Deus desse século. A IGREJA é esposa, e aguarda ansiosa o regresso do esposo. Ela não tem pacto com os adoradores extravagantes, raramente comete exageros, é comedida, moderada, ainda que imperfeita e humana.






O apóstolo Paulo passou grande parte da sua vida refutando heresias cometidas nas IGREJAS, sem jamais censurar a IGREJA do nosso Senhor. Ele entendia que a IGREJA nao é obra acabada, portanto, é imperfeita, e compreendia e vivia a tensao paradoxal, porém NECESSÁRIA entre IGREJAS e IGREJA.










As IGREJAS estão apaixonadas por Jesus;






A IGREJA ama a Cristo mais que a si mesma.
 
Fonte Púlpito Cristão

31/03/2010

Os Apóstolos Modernos e Suas Distorções Teológicas

Por Renato Vargens





Acredita-se que no mundo existam cerca de 10 mil “apóstolos”. Na verdade, nunca se viu tantos apóstolos como neste inicio de século. Em cada canto, em cada esquina, em cada birosca encontramos alguém reivindicando o direito de ser chamado de apóstolo.






De acordo com a coalizão internacional de apóstolos presidida por Peter Wagner, a segunda idade apostólica começou em 2001. Para Wagner, o movimento apostólico é o movimento mais importante da igreja mundial após a reforma protestante.






O movimento de restauração e o movimento apostólico:






O chamado movimento de restauração defende a tese de que Deus está restaurando a igreja. Para estes, após a morte dos primeiros apóstolos, a igreja de Cristo paulatinamente experimentou um processo de declínio espiritual culminando com a apostasia vivenciada pelos seus adeptos no período da idade média.






Com o advento da Reforma Protestante, os defensores desta teologia afirmam que Deus começou a restaurar a saúde da igreja. Segundo estes Lutero foi responsável pela redescoberta da salvação pela graça, Finney pelo vigor do avivamento, Azuza, pelo ressurgimento do batismo com Espírito Santo com evidência em falar em línguas estranhas, e agora em pleno século XXI, estamos vivendo a restauração do ministério apostólico. Os teólogos desta linha de pensamento afirmam que a restauração dos apóstolos é uma das últimas coisas a serem feitas pelo Senhor antes de sua vinda. Segundo estes, os apóstolos de hoje possuirão em alguns casos maior autoridade do que os apóstolos do primeiro século, até porque, para os defensores desta corrente de pensamento a glória da segunda casa será maior do que a primeira.






Pois é, para estes o ministério apostólico não morreu. Na verdade, tais teólogos advogam que o ministério apostólico é perpétuo e que o livro de Atos ainda continua a ser escrito por santos homens de Deus que mediante a sua autoridade apostólica agem em nome do Senhor.






Ora, inevitavelmente isto me faz lembrar os mórmons e a Igreja dos Santos dos Últimos Dias que ensinam que o corpo de escritos inspirados por Deus não se fechou, e que Deus tem muita coisa nova para dizer e para revelar aos seus santos através de seus apóstolos.






Infelizmente, assim como os mórmons, os adeptos do movimento apostólico consideram a Bíblia uma fonte importante, embora não única de fé. Para os apostólicos deste tempo, Deus através de seus profetas pode revelar coisas novas, ainda que isso se contraponha a sua Palavra. Basta olharmos para as doutrinas hodiernas que chegaremos à conclusão que os apóstolos do século XXI, acreditam entrelinhas que suas revelações são absolutamente diretivas e inquestionáveis.










Algumas doutrinas heréticas dos apóstolos modernos:






A instituição dos atos proféticos.


A ressurreição do maniqueísmo.


A instituição de novas unções.


O aparecimento de novas doutrinas espirituais relacionadas a batalha espiritual.


O surgimento de novas e inéditas revelações.


A consolidação da teologia do medo. (ungido do Senhor)


A instituição da doutrina da cobertura espiritual.


A corenelização da fé.










Existem apóstolos nos dias de hoje? Segundo a bíblia quais deveriam ser as credenciais de um apóstolo?






1. O apóstolo teria que ser testemunha do Senhor ressurreto. Em Atos vemos os apóstolos reunidos no cenáculo conversando sobre quem substituiria a Judas. No cap. 1:21-22 lemos: “É necessário pois, que, dos homens que nos acompanham todo o tempo que o Senhor Jesus andou entre nós , começando no batismo de João, até ao dia em que dentre vós foi levado às alturas, um destes se torne testemunha conosco da sua ressurreição”. Paulo diz que viu Jesus ressurreto: “Não sou, porventura livre? Não sou apóstolo? Não vi a Jesus, Nosso Senhor?” (I Co 9:1).






2. O apóstolo tinha de ter um chamado especial da parte de Cristo para exercer este ministério.






3. O apóstolo era alguém a quem foi dada autoridade para operar milagres. Isso fica bem claro em II Co 12:12 - “Pois as credenciais do meu apostolado foram manifestados no meio de vós com toda a persistência, por sinais prodígios e poderes miraculosos”. Era como se ele dissesse: “Como vocês podem questionar meu ofício de apóstolo se as minhas credenciais foram apresentadas claramente entre vós”. Sinais, milagres e prodígios maravilhosos.






4. O apóstolo tinha autoridade para ensinar e definir a doutrina firmando as pessoas na verdade.






5. Os apóstolos tiveram autoridade para estabelecer a ordem nas igrejas. Nomeavam os presbíteros, decidiam questões disciplinares e questões doutrinárias, e falavam com autoridade do próprio Jesus: “... mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito”(Jô 14:26).






A luz destas afirmações para, pense e responda sinceramente: Será que diante destas prerrogativas os famosos apóstolos brasileiros podem de fato reivindicar o título de apóstolo de Cristo?






Por acaso algum deles viu o Senhor ressurreto? Foram eles comissionados por Cristo a exercerem o ministério apostólico? Quantos dos apóstolos brasileiros ressuscitaram mortos? E suas doutrinas? Possuem elas autoridade para se contraporem aos ensinamentos bíblicos?






Pois é, infelizmente os "apóstolos" tupiniquins não possuem respostas a estas perguntas, o que corrobora com o posicionamento da ortodoxia evangélica que acredita que o ministério apostólico cessou com a morte dos apóstolos no primeiro século. Sem a menor sombra de dúvidas considero a utilização do título "apóstolo" por parte dos pastores brasileiros como uma apropriação indevida de um ministério que não existe mais.







Renato Vargens, via Púlpito Cristão, via Pensar e Orar

26/01/2010

Esvaziar o bolso dos crentes é fácil



O cara se apresenta como ex-pastor da Universal e mostra como sensibilizar as pessoas na hora das ofertas.

Fonte PAVABLOG

O Pava recomenda a leitura dos comentários no You Tube, e eu também.

10/01/2010

A bolha neo-pentecostal vai estourar

Por Renatho Iran:







Na década de 90, um grande volume de empresas migrou para os negócios na web e logo em seguida, muitas dessas pediram falência pela retração do mercado. No ano de 2008 aconteceu  algo parecido, onde o setor imobiliário desencadeou um profunda crise no mundo todo.
Analisando o mercado da fé capitalista neo-pentecostal instalada no Brasil, se pode afirmar então, que em alguns anos uma bolha evangélica poderia explodir e mudar o cenário religioso em território nacional, deflagrando o fim do  neo-pentecostalismo no país.
Antigamente o protestantismo tinha certa simpatia pelos movimentos sociais, mas isso foi mudando através dos anos e hoje a teologia da prosperidade segue uma política de direita de fazer inveja os políticos do DEM.
Enriquecer é o mandamento principal, eles alegam que deus quer prosperidade a todo custo na sua vida e para isso não economizam argumentos. Tem unção dos últimos dias, através de bíblia financeira de R$ 900,00 reaiscimento da prosperidadeágua benta de R$ 1000,00 reaise até dízimo de 30% especial no mês de dezembro. Tem unção para todo tipo e gosto do fiéis.
Há quem critique o Bispo Edir Macedo, entretanto pelo menos esse senhor investiu em uma rede de televisão, diminuindo o monopólio da informação e gerando empregos a custo de oferta dos fiéis, mas a comunicação ganhou uma concorrência.
O negócio se tornou tão lucrativo que em breve irão encomendar jatinhos por meio de licitação com a Embraer. Eles brigam por horário de televisão, compram aviões e até emissoras de filiadas de outras redes.
Essas igrejas neo-pentecostais estão com os dias contados, os blog apologéticos, agnósticos e ateus se convergem a cada dia na web, trocando vídeos sobre denúncias da alcatéia religiosa voraz instalada em território nacional.
O mesmo vídeo postando por um ateu é utilizado por blogueiros apologéticos conscientes da sua fé verdadeira.
De uma coisa todos devem saber, se os ateus tiverem errados e existir um deus, saiba que eles serão a primeira linha de frente para enfrentar o tal do anticristo, pois esse viria para implantar ums religião forçada.
E nesse caso um ateu não aceita nem de livre espontânea vontade, quanto mais algo imposto, entretanto um religioso é facilmente manipulado, a prova disso é a crença na tal de teologia prosperidade, que muitos aceitaram e não conseguem enxergam o engano que cometem quando ofertam sementes em troca de um acordo com o tal deus.
Mas essa bolha vai estourar, onde uma hora os evangélicos vão acordar desse sono profundo hipnótico da teologia da prosperidade que nada mais é do que a aplicação da lei da atração discutida no livro do segredo da Rhonda Byrne.
Confira um versão de ” Faz um milagre em mim” adaptada para o neo-pentecostalismo da alcatéia religiosa brasileira:




Fonte: Tela Crente

17/10/2009

Diferença entre cristianismo e religião

Por Ed René Kivitz

Mensagem descrita em Atos 19:23 onde a partir da fala de Demétrio Ed analisa os fundamentos do paganismo fazendo uma ligação com o cristianismo pagão de nossos dias.



link para baixar a mensagem

http://www.4shared.com/file/141583482/b2758779/Ed_Rene_Diferena_entre__Cristianismo_e_Religio.html