09/06/2009

Contingência e o vôo 447


Por Ricardo Gondim



O mundo está em choque. De novo a contingência mostra sua cara na tragédia do vôo da Air France. Vale lembrar: contingência significa que os acontecimentos não são sempre necessários. Quando ocorre alguma coisa sem uma razão que a explique ou justifique. Contingência gera imprevisto; fatos que escapam à engrenagem da causa e do efeito. Um avião cai porque o mundo é contingente, não porque tenha sido vítima do destino ou de um plano de Deus.


Diz-se no senso comum que as pessoas só morrem quando chega a hora. Caso isso fosse verdadeiro, o destino reuniu em uma aeronave as pessoas que deveriam morrer naquele dia. Isso daria à fatalidade um poder apavorante. Impossível pensar que gente de mais de trinta países entrou no vôo 447 sem saber que obedecia a uma força cega, que determinava aquele como o último dia de suas vidas.


Igualmente, acreditar que Deus permite a queda do avião porque tem algum propósito, soa esquisito. Cada pessoa, com histórias, projetos, sonhos, foi arrancada da existência para que se cumprisse qual objetivo? Um objetivo macro? Isto é, para que a humanidade aprendesse ou se arrependesse? Isso faria com que as biografias fossem descartáveis, desprezíveis. O Divino Oleiro, sem precisar se explicar, afogaria tanta gente para conduzir a macro história para o fim glorioso? Sim? Mesmo que exista esse deus, eu não o quero.


Também, algumas pessoas aceitam que Deus tem um plano para cada morte individual. Verdade, ele é Deus, tem todo o poder e é capaz de reunir, em um só lugar, quem deveria morrer. Mas também é bom. Então todos os passageiros foram eleitos para cumprir qual bem? Satisfaz pensar que o bem de ceifar tantas vidas, mesmo sem nenhum sentido do lado de cá, está garantido na eternidade? (Deus sabe o que faz?!?!) Como explicar tal conceito para pais, filhos e parentes desolados? Todos acorrentados à trágica realidade que lhes roubou de seus queridos.


A idéia de que Deus tem um plano para cada morte se esvazia diante dos números. Um avião caiu, mas o que dizer dos incontáveis acidentes de todos os dias? O que dizer das balas perdidas que aleijam transeuntes? E dos erros médicos ou dos acidentes de trânsito? Recentemente uma senhora de nossa comunidade caiu da laje da casa em construção. Ela fotografava a obra para que a filha ajudasse com as despesas do acabamento. Quebrou a coluna e ficou paraplégica. A última explicação que se poderia dar é que Deus tinha um plano em deixá-la paralítica.


Jesus nunca cogitou o mundo sem contingência. Pelo contrário, não atrelou a queda de uma torre aos desígnios divinos; não disse que a cegueira do homem era consequência causal das ações interiores, dele ou de seus pais; advertiu que os seus discípulos enfrentariam tempestade, aflição e morte.


Contingência é o espaço da liberdade, portanto, da condição humana. Sem contingência nos desumanizaríamos. A consciência do risco de adoecer e da imprevisibilidade da morte súbita é o preço que pagamos por nossa humanidade.


O desastre do avião mostra a inutilidade de pensar que o exercício correto da religião e a capacidade tecnológica mais excelente sejam suficientes para anular a contingência. Nossa vida é imprecisa e efêmera. Portanto, vivamos intensamente. Cada instante pode ser o último – Carpe Diem!


Soli Deo Gloria

Ricardo Gondim


Texto original em seu site [via Pavablog]

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Para pensar!!


06/06/2009

A QUEDA DO AVIÃO E O "TESTEMUNHO" DO PASTOR


A voz de Deus salvou do voo 447 da Air France o pastor missionário da Assembleia de Deus em Paris, Gláucio Oliveira, 29 anos.


O religioso já tinha reservado um lugar no avião que caiu no Oceano Atlântico, quando recebeu, na última quinta-feira, uma ‘ordem’ para não prosseguir com a viagem. O recado foi dado por uma amiga. Jussara Gonçalvez, 37 anos, participava de um grupo de orações e foi chamada pela colega Renata Carnevale, 30, que dizia ter recebido uma mensagem do Senhor. “Não deixe o varão viajar, a cova dele está aberta. Ele vai morrer”, afirmou Renata.



Chorando muito, Jussara ligou na mesma hora para o pastor. Assustado, Gláucio não confirmou a reserva: “Eu ia de TAM no sábado, mas, desde que um amigo, também pastor, morreu num acidente da empresa, eu só voo de Air France, que considerava o melhor avião do mundo. Mas Deus me enviou a Renata, que recebeu a revelação de que, se eu entrasse naquele avião, minha cova estava aberta. Nós só nos vimos uma vez, ela nem sabia que eu ia viajar. Por isso, quando a Jussara me transmitiu a mensagem, fiquei apavorado. Orei a Deus e senti no coração que não devia ir. Ele foi fiel a mim, porque sempre lhe obedeci”. Renata, a mulher que salvou a vida do pastor, está de cama desde a manhã de segunda-feira, quando soube da queda do avião. Por telefone, ela confirmou ter recebido uma mensagem de Deus: “Não foi visão, eu apenas entreguei um recado do Senhor”


Fonte: Jornal Meio-Dia Edição de 3/06/2009
Via: Bereianos, Pavablog, Genzinah e Cristiano Santana.


É uma pena perceber que nós, cristãos, perdemos a dimensão da eternidade em nós. Nós estamos tão massacrados pelo tempo e pelo espaço, e a religião se transformou num megafone que faz propostas e promessas de suposto cumprimento imediato, e que roubou do coração das pessoas toda fé na eternidade. O que temos é corredor de sal grosso para você passar 30 vezes, e se passar bem passado, e freqüentar a reunião da corrente dos empresários, ou se entrar em qualquer outro sistema, em qualquer outra mecânica espiritual, no fim, diz-se que você pode ter um carro novo, um apartamento ou qualquer outra coisa. Não tem mais Cruz, não tem mais sangue, não tem eternidade, não tem pacificação com Deus. O que se tem agora é simplesmente consumo. E essa fézinha que está aí...na hora em que o tranco da existência bate firme, bate forte e bate fundo na gente, ela não sobrevive, porque ela existe apenas por fazer a promessa de que se você cumprir determinadas coisas, alguns benefícios imediatos lhes serão garantidos; nada mais do que isso... Agora, paz com Deus, tem que produzir em mim uma expectativa que transcenda o tempo, o espaço, o imediato, a violência, o estado de emergência, a crise familiar, as perdas imediatas, os lutos, as aflições.



Paulo diz em Romanos 5:1-8: "que Cristo morreu por nós, quando nós ainda éramos pecadores”, estranhos, inimigos, alienados, sem saber de coisa alguma, Ele se reconciliou conosco, esperando apenas que a gente se reconciliasse com Ele para que nós usufruíssemos do bem que já nos está garantido. De tal modo que a minha reconciliação pela fé, não é o que faz Deus mudar de idéia a meu respeito. A reconciliação da parte de Deus já está feita, eu é que não sabia. Nem você. E, enquanto isso..., vivíamos no padecimento da neurose, da angústia, da fobia, da culpa, das trocas, das barganhas, do altar da religião, do despacho, e de todas as aflições... Aquela agonia! Sem falar que sem paz com Deus a vida passa a acontecer um permanente estado de suspeição contra o céus. “Será que alguma coisa aconteceu comigo? Ih, meu Deus! Eu perdi o Táxi. Será que é por que tem alguma coisa? Será que Deus está me preparando alguma?” É um sentimento de suspeição o tempo todo! O cara chega no aeroporto, na hora de pegar o avião, ele tem medo de que se aquele avião vá cair; ou se ele está ali e ele perde o avião, ele já interpreta aquilo: “Ai, graças a Deus, vai ver que é porque esse vai cair.” Não está nem preocupado com os 199 que estão lá dentro!



Sim, a maioria vive vida muito miserável. A gente vive, e a gente não se dá conta de como se vive uma vida de medo, medo, medo... o dia inteiro medo... medo de tudo. Mas quando a paz com Deus se estabeleceu dentro de mim, o benefício é todo meu. Já está feito, eu é que não sabia. Mas quando eu creio, o benefício vem para mim como paz. E ai, surge dentro de mim, uma dimensão completamente nova, que transcende o imediato. Eu continuo vivendo na terra, mas já me glorio na esperança da glória de Deus. Já não existem mais fatalidades. Já não existe mais absurdo. Já não existe mais interrupção da vida. Quem crer na minha palavra já passou da morte para a vida. Já há uma âncora firme e forte jogada para além de todos os véus, plantada em Deus, e que me garante que eu, conquanto esteja aqui, já estou lá, assentado nas regiões celestiais em Cristo Jesus. Morri com Ele, ressuscitei com Ele, estou sentado nos lugares celestiais com Ele, apesar de estar suando aqui na frente de vocês... Tá feito! E eu me glorio nessa esperança.


Louvo a Deus pela intervenção feita na vida do irmão, mas acho que ele não precisava sair com esta cara de babaca na foto, principalmente em função das famílias enlutadas que certamente se perguntarão "Que Deus é este que salva um e deixa mais de duzentos morrerem?".
A vida é assim, todos os dias uns morrem e outros nascem é um ciclo basta ler Eclesiastes, e isto quer dizer que a cova do irmão continua aberta, bem como a minha e de todo o ser humano, apenas não sabemos o dia, a hora e nem o modo como acontecerá.
Pior que morrer é viver com o cinismo e com uma santa arrogância de ser um queridinho de Deus .

Culpa ecológica




Por CLÁUDIA LAITANO


Aldous Huxley e George Orwell bem que tentaram, mas não chegaram nem perto de imaginar o nível de interferência nos hábitos da vida privada a que as campanhas de conscientização ecológica chegariam neste começo do século 21. Molhar as plantas, enxaguar a calçada, escovar os dentes, nada disso pode ser feito de forma inconsequente em 2009. Todas aquelas rotinas banais que antes podiam ser cumpridas com a cabeça lá longe, sonhando com o bem-amado ou montando mentalmente a lista do supermercado, hoje ganharam o peso de gestos políticos. Uma distração, a torneira ligada por dois minutos e 50 litros de água a mais do que o recomendado pelo Greenpeace, e você se sente não apenas culpado, mas burro e incivilizado – uma criatura tão alienada da realidade global a ponto de ser incapaz de incorporar ao dia a dia os cuidados mínimos para que seus netos não sejam obrigados a extrair água de pedra daqui a 50 anos.




Nenhuma pessoa razoavelmente bem-informada fica feliz em encarnar essa figura imprudente que desperdiça recursos naturais como se eles fossem ilimitados. Estamos, sim, dispostos a trocar nossos hábitos ecologicamente pré-históricos por práticas mais razoáveis e inteligentes. O problema é que quando você fica contente por ter automatizado rotinas simples como desligar a torneira na hora de escovar os dentes, separar direitinho o lixo ou apagar as lâmpadas desnecessárias, surge uma nova ordem do comando de caça aos ecologicamente imprudentes, levando ao limite extremo (bom, pelo menos até onde eu consigo imaginar) o patamar de intervenção na intimidade alheia: a campanha “faça xixi no banho”, lançada no mês passado pela fundação SOS Mata Atlântica, sob o argumento de que é possível economizar até 4.800 litros de água por ano simplesmente trocando o WC pelo ralo do chuveiro. (Alguns marotos acabam de lançar, só de sacanagem, a campanha “cocô no banho” – e não duvido que já existam voluntários dispostos a testar na prática essa radicalização da ideia original.)






O fato é que pouco importa onde você prefere (ou aceita) fazer xixi: a sensação é de que estamos sempre em dívida, como se tudo o que fazemos individualmente fosse insuficiente para compensar o milenar desperdício de recursos naturais. Mais do que nunca, somos levados a pensar em grupo – é preciso agir não só na nossa casa, mas na rua toda, no bairro, na cidade. Mas todo esse esforço para mudar hábitos domésticos particulares contrasta, em essência, com o individualismo dominante da nossa época. Preservar a natureza acaba se tornando, portanto, uma das poucas manifestações de ideologia coletiva, em que a ideia de um bem comum, agir além dos nossos interesses imediatos e da nossa comodidade, volta a fazer sentido.



Mas essa “revolução ecológica” – a transformação de um pensamento ligeiramente excêntrico em moeda corrente nos departamentos de marketing das maiores empresas do mundo – não aconteceu de forma uniforme. Quem assiste aos comerciais que vendem roupas, cremes de beleza e até serviços bancários com o apelo do “ecologicamente correto” pode ter a falsa impressão de que o ambientalismo triunfou sobre o consumo inconsequente e ganancioso – o que está longe de ser verdade.



Os departamentos de marketing podem ter percebido que consumidores conscientes, e muito culpados, preferem usar sabonetes que prometem preservar a Floresta Amazônica. Mas no mundo real, pelo menos nos países onde ainda não existe uma política ambiental consistente, a destruição de recursos naturais permanece tão predatória como sempre foi. E sem culpa nenhuma.




02/06/2009

Desconstrução

Não quero reformar nada! Não quero reformar ninguém! Apenas quero desconstruir minha religião e dar-me a oportunidade de começar novamente. Do zero! Quero aprender a orar porque suspeito que nunca aprendi em todos esses anos de eloquentes orações entonadas no conjunto de súplicas adornadas de lindos verbos.


Tenho a ligeira impressão de que todas as vezes em que falei em línguas na roda de oração para fazer notório o meu nível espiritual, não me valeram de edificação alguma. E que minhas devocionais carregadas de desânimo e obrigação para com a minha "consagração" no ministério de louvor não resultaram em nenhuma intimidade com Deus!


Quero desfazer de tudo que sei, ou que penso saber, e de tudo que não sei, e penso não saber, para aprender paulatinamente através de uma busca sincera, paciente, desobrigada, verdadeiramente motivada e autêntica, tudo quanto preciso, quanto quero e quanto me é essencial na jornada da fé. Quero despojar-me dos manuais religiosos, das doutrinas inquestionáveis, das tradições incoerentes e da estupidez e falácia da religião.


Quero duvidar de tudo e de todos, porque minha alma contorce pela verdade e tem sede de justiça. Quero abrir os meus olhos e enfrentar o ardor da luz cortante da revelação. Quero ficar cego por um tempo em virtude do impacto que a luz da verdade traz. Ficar cego para o enlatado evangélico, cego para o cauterizado cristianismo institucional. Quero ficar cego para as fórmulas instantâneas da fé, da sua comercialização e do abuso espiritual. Quero recobrar a visão aos poucos. Enxergar com sanidade a vida, as pessoas, a família, os amigos, o futuro, o presente e o passado. Quero aprender a enxergar tudo que enxergava errado. Usar minha visão pela primeira vez!


Quero me desviar dos caminhos da "i"greja que não segue o Caminho de Cristo. E andar na contra-mão desse sistema religioso elaborado sobre outro fundamento que não Jesus, a Rocha Viva. Quero tirar a capa que me identifica como "cristão" com o emblema da cruz para vestir-me de amor pelo próximo e por esse amor ser conhecido como discípulo de Cristo. E carregar não o emblema da cruz, antes, tomá-la dia após dia em meus ombros e renunciar à volúpia e morrer para o pecado.


Quero fugir dos grandes eventos de milagres e shows da fé, patrocinados por sórdida ganância e puro estrelismo. E me juntar aos homens de Deus presenteados com o dom da cura que trocam o palco pelo corredor dos hospitais. Que ao invés de pedirem que vão a eles, se disponhem a IR aos que necessitam.


Cansei de viver sob maldição financeira! E, agora, não gasto meu dinheiro patrocinando esse sistema putréfulo de escravizar a fé dos pequeninos. Não quero participar de tal infâmia! Que o pouco que tenho sirva não ao luxo dos templos e de seus donos, mas, aos que realmente necessitam da minha fidelidade financeira resultante da confiança no Jeová Jiré. E não da ameaça pastoral de maldição da pobreza versus prosperidade.


Quero ser livre para pecar! E da mesma maneira não pecar por entender que não me convém. Mas, se o desejo do pecado ronda a minha mente e não peco por causa da pressão de ter que me consagrar no ministério da "i"greja, que pobre que sou. Porque ainda não seria livre do pecado, mesmo não o praticando... Quero aprender a conduzir meu estilo de vida como resposta de gratidão à aceitação e perdão de Cristo, não como regras e proibições eclesiásticas que não tem efeito nenhum contra o pecado.


Estou desconstruindo a minha fé míope e doente para cultivá-la de forma autêntica, sincera, humana e verdadeira. Estou disposto a arriscar minhas crenças pelo conhecimento da verdade eterna, de modo, que mesmo vendo-a como em espelho, possa um dia conhecê-la completa assim como sou conhecido. Se para encontrar o Deus que está estampado no caráter de Cristo, me tornar necessário descrer do Deus pregado, e tornar-me ateu, que assim seja. E que possa, conhecê-Lo de forma pura, única, pessoal e intransferível.


Quero derrubar meus pilares espirituais porque não sei de onde vieram. Estavam lá no discurso e na retórica que pseudonimamente aceitei como sendo Jesus Cristo. Agora, nego a cartilha que reza, nego a teologia pronta que engoli e dou-me a oportunidade de aceitar, de fato, Cristo meu Senhor e Salvador, pura e simplesmente.


Se fosse possível voltar ao ventre de minha mãe e carregar em meus genes a luz que agora vejo, para que ao nascer, soubesse desviar dos caminhos que para o homem parecem bons, poderia começar de novo sem incongruências e inverdades ludibriosas.


Talvez, só agora tenha entendido o que significa "nascer de novo"...


Autor: Thiago Mendanha

http://thiagomendanha.blogspot.com/2008/05/desconstruo.html via e-mail por ">Djair

Assino em baixo o texto do Thiago se ele me permite.

Tenho me desconstruído dia-após-dia e principalmente tenho achado pessoas que estão fartas do "sistema e da sistemática da fé dos manuais e da religiosidade" e que estão aprendendo a rever e a interpretar a vida pela práxis do Evangelho de Jesus.

Ando pela Graça de Deus que age pelo amor, e com isso vou reconstruindo em Jesus minha vida, certo que a única coisa que permanece da Lei é o amar a Deus amando o próximo.

"Deus seja gracioso para conosco e nos abençoe"



27/05/2009

O Curso Básico de Libertação Espiritual

Recebi um e-mail sobre este curso, acho que vou promever um curso "Como se libetar dos cusos de libertação espiritual".
Esse pessoal se esquece que "Se o Filho vos libertar verdadeiramente sereis livres." e o irônico é que o texto não fala nada em curso de libertação.
Pensem nisso, pois nestes cursos não ensinam a pensar.


segue o e-mail


UM NOVO ESTILO DE VIDA

O Curso Básico de Libertação Espiritual é o resultado de experiências espirituais de muitos cristãos, que compartilham suas vitórias e dificuldades para vencer o inimigo.

A maioria das pessoas acredita saber muito sobre “Bíblia”, “Igreja” e “Religiões”, mas tem suas vidas encalhadas. O menor problema é uma montanha. Estas aulas foram preparadas especialmente para organizar suas vidas, saber o porquê das tentações e aprender a ouvir a voz de Deus.
Leia uma pequena introdução do Curso Básico de Libertação Espiritual.
http://www.ilna.org.br/ilna/curso_basico.htm
Assista uma aula de demonstração em vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=PkiezTejPPA

Data do início das aulas do Curso Básico de Libertação Espiritual:
24 de maio de 2009 as 17h.
Mas se você assim mesmo deseja frequentar alguma aula, comunique-se conosco pelo telefone:
(11) 4108-5314 ou (11) 7441-7659 e fale com Norberto.
Veja a lista de aulas e se programe para assisti-la:
1ª lição - Os 2 Reinos (Tiago 4:4) Data: 24 de maio, 17h.
2ª lição - A Libertação (João 8:36) Data: 31 de maio, 16:30h.
3ª lição - A Salvação (Atos 16:30,31) Data: 7 de junho, 17h.
4ª lição - Quem é teu Deus? (1 João 5:20) Data: 21 de junho, 17h.
5ª lição - Luta Diária (1 Pedro 5:8) Data: 28 de junho, 17h.
6ª lição - Como estar sempre alegre! (1 João 1:9) Data: 5 de julho, 17h.
7ª lição - Libertação do passado (Êxodo 20:5) Data: 12 de julho, 17h.
8ª lição - O alvo certo! (Filipenses 3:13) Data: 19 de julho, 17h.
As aulas são ministradas nas dependências da ILNA.
Veja endereço e mapa de localização abaixo:
http://www.ilna.org.br/ilna/onde_estamos.htm
Envie-nos os seguintes dados para efetuarmos sua inscrição em alguma aula:
Nome:
Endereço completo:
Telefone:
Data de nascimento:
Profissão:
Freqüenta alguma igreja?
Palestrante: Pr. Schulze e Pr. Norberto

26/05/2009

SALVOS DO VODU UNIVERSAL!


Os termos que Jesus e Paulo usam para o diabo são de uma elegância pavorosa.

“Eis aí vem o Príncipe deste mundo...”

“O Príncipe da Potestade do ar...”

E se diz que ele, tal criatura, caiu como relâmpago; que pode se transformar em anjo de luz; e que é dominador deste mundo tenebroso...

Jesus acabou com todo esse poder na Cruz.

Mas o diabo perdeu o poder?...

Não está ele vivo e ativo na terra?...

Como pode ter ele perdido o poder?...

Sim! O Príncipe perdeu o poder!

Na Cruz ele foi despojado de todos os seus instrumentos de tortura...; perdeu a mágica de seus alfinetes de Vodu.

Todavia, mesmo sem poder, o Príncipe controla o mundo pela culpa, pelo ódio, pela indiferença, pela ambição, pela volúpia, pela glória e pelo medo dos humanos...

Mas do que nunca o diabo depende fundamentalmente no mínimo da passividade dos humenos...

Na Cruz esse poder acabou... Está feito. Mas quem não sabe, ainda viaja como um judeu marcado para morrer, sendo levado no trem do engano para um Campo de Concentração, embora Hitler já esteja morto e a guerra já tenha acabado...

Entretanto, a noticia do fim da Guerra não é jamais confirmada...

Os “aliados” continuam combatendo...

Ninguém crê que Hitler morreu...

Assim, o Hitler que os Aliados não deixam morrer..., ganhou um poder maior do que antes tinha...; pois, mesmo morto pelo poder da Cruz, é alimentado pelos “Aliados” alienados, e que não sabem como continuar a viver sem mais as neuroses da guerra...

Hoje cedo o Chico me mandou um vídeo que ilustra muito bem esses estado de passividade dos humanos ante o Vodu do diabo no mundo.

No fim o vídeo mostra que a luz do amor quebra todas as mandingas do inferno.

Sim, de modo lindo o vídeo ilustra a verdade que diz: “Aquele que não teve pecado, Deus o fez pecado por nós”; e mais: “Pelas Suas pisaduras fomos sarados”.

Na realidade, para quem olhar com olhos espirituais e de fé, o vídeo mostra que “Ele se fez maldição em nosso lugar”; mostra que Ele tomou sobre Si mesmo todo Vodu do mundo; e libertou os cativos.

Veja com olhos espirituais e discirna a lição; e mais: discernindo, creia e viva o bem de sua própria libertação.


Veja:

[Demora uns 3 a 4 minutos até "baixar". Tenha paciência. Vale a pena!]



A maldição foi quebrada para sempre!...

Basta que alguém creia no poder do amor!...Sim, basta que se creia e comece a tirar os alfinetes dos irmãos..., chamando a mortalidade para a própria vida pela via da fé que sabe que o diabo só continua fazendo o que faz [até entre os discípulos] porque quase todos são uns “bonequinhos” são passivos.

Quem deseja completar o que resta dos sofrimentos de Cristo mediante a identificação da própria vida com o amor redentor da Cruz, que nos leva a tomarmos as cargas e espinhos uns dos outros, levando-os em nós mesmos, por entendermos que o Bicho não suporta o amor que se entrega?

Nele, que assumiu todo o Vodu do Universo para salvar a todos aqueles pelos quais Ele se tornou maldição pelo amor solidário,

Caio

22 de abril de 2009

Copacabana RJ

Fonte Sie

Caio Fábio


24/05/2009

Tenho um escudo, e as palavras não me ameaçam -Caso Gilmar Rafael Yared




Na madrugada de 7 de maio, três dias antes do Dia das Mães, Christiane Yared, 49 anos, recebeu o caixão lacrado de seu filho de 26 anos, Gilmar Rafael Yared. Nunca viu o que restou dele após a brutal colisão, numa avenida de Curitiba, com o carro blindado do deputado Fernando Ribas Carli Filho, de uma família importante de políticos do estado do Paraná. Já está provado, pelo exame de sangue, que o deputado estava embriagado na hora do acidente. Além disso, Carli Filho tinha perdido o direito de dirigir desde julho do ano passado. Tinha 130 pontos na carteira e 30 multas, 23 delas por excesso de velocidade.




A mãe de Gilmar, pastora evangélica e empresária, dona de uma firma de bolos e doces, falou a Ruth de Aquino, para o blog Mulher 7×7, de ÉPOCA, sobre os seus últimos 15 dias, de luto. Seu choro se mistura a seu principal motivo de viver: a batalha para que a verdade seja estabelecida, e a justiça seja feita. “Quero o deputado Carli Filho fora das ruas, senão ele vai matar de novo”, diz Christiane. “Seu caráter está formado. Ele não é uma criança”.





O que sua vida se tornou nessas duas semanas, depois de perder seu filho?



Christiane – Eu não estou mais vivendo a minha vida. Hoje fui pela primeira vez ao local do acidente com meu esposo, comprei 26 rosas brancas (Gilmar tinha 26 anos), e fomos chorar, e nos ajoelhar. (neste momento, Chris – como é chamada – começa a soluçar e chorar ao telefone, e pede “desculpas”). Nos tiraram nosso pulmão, hoje a gente respira para os outros, para nossos outros filhos, para os filhos de nossos amigos, filhos dessas famílias todas que têm nos amado e consolado pelo Brasil todo. Eu nem chorei a morte de meu filho direito, porque se eu não agisse logo, ele é que seria “o drogado”, “o bêbado”, ele é que teria entrado na rua errada na hora errada.




Está provado que seu filho dirigia devagar na hora do acidente?



Christiane – Meu filho estava a 30 quilômetros por hora, a perícia nos avisou hoje. Os pneus estavam intactos. O carro do deputado Carli vinha a 190 quilômetros por hora, cortou o carro do meu filho ao meio, cortou o tampo do carro, cortou a cabeça de meu filho, que foi encontrada a 40 metros de distância, um filme de terror. Você pode imaginar as pessoas procurando no escuro, à 1h da madrugada, a cabeça de alguém? Um rapaz enorme, de 1m98? Foi um banho de sangue porque eles foram amassados pelo carro blindado e potente do deputado, um Passat alemão. O amigo de meu filho também virou uma massa humana. Do Gilmar, ficaram só os braços. Tudo muito triste, muito doído.




Hoje, sobre o que a senhora e seu marido mais conversam?



Christiane – A vida dos outros tornou-se o único sentido. Pensamos em vender tudo que temos para lutar pelos que ficaram. Temos a esperança de reencontrar nosso filho porque somos religiosos. Eu sou pastora evangélica, me converti há 14 anos. E também precisamos viver por nossos outros dois filhos, Danielle, de 29 anos, veterinária, e o Jonathan, 22 anos. Eles são uns amores, ela uma guerreira e ele, um tesouro. O Gil era a alegria, um raio de sol que entrava em qualquer lugar. Ele via a vida como um presente. Sorria e cumprimentava a garçonete, o pedreiro, o menino que pedia alguma coisa. Ele sempre tinha uma palavra para todos.




Como estão seus outros filhos após a perda do irmão?



Christiane – Os dois estão engajados nessa luta, vai ter uma passeata grande no domingo em Curitiba, um manifesto a favor da vida às 10h da manhã. Caminharemos até o parque mais próximo, vamos fazer o culto, vamos agradecer por estar vivos. Vamos pedir que seja feita justiça, que não haja impunidade, porque, para cada família que perde alguém assim e a causa fica impune, trata-se de um crime hediondo.




Muitas pessoas têm se solidarizado com seu drama?



Christiane – A cada dia, dezenas de pessoas entram no meu Orkut. Oitenta, 100 pessoas. Fora os que me telefonam. Um senhor me ligou da cidade em que o pai do deputado é o prefeito, Guarapuava, me avisando preocupado: a senhora está lidando com coronéis. Eu disse que estava tranquila, porque sou filha de um general, sou filha de Deus. Tenho um escudo, e as palavras não me ameaçam. Sou evangélica, mas católicos, espíritas, budistas, todos me abraçam, me consolam, é lindo porque para Deus não existe religião. Essa família brasileira é abençoada, esse povo brasileiro não tem igual no mundo. Religiões foram os homens que criaram. Sei que Deus está olhando para cá. As pessoas estão me sustentando em oração. Numa igreja em Mato Grosso do Sul, os membros estão em jejum há 12 dias. Pedem por nós. Leia +.




fonte: Época




Comentário do Sérgio Pavarini



meu choro foi tríplice:
- ao ver a dor da família, agravada pelas circunstâncias;
- ao imaginar os advogados da família de políticos garantindo que daqui a pouco todos esquecerão o caso e que o deputado sairá impune;
- ao constatar a desconexão do rebanho c/ a realidade. mobilizações só p/ "marchar p/ Jesus" ou defendendo princípios "morais".referindo-se às vítimas de tiranos, miroslav volf cita em "o fim da memória" uma frase de avishai margalit: "esquecer a morte deles seria o mesmo que tirar-lhes a vida pela segunda vez".








No nosso Brasil de memória curta basta lembrar alguns casos que a justiça pendeu para o lado do mais forte como no caso do filho do deputado e ministro dos transportes Odacir Klein (PMDB-RS), que atropelou, matou e fugiu sem prestar socorro o pedreiro Elias Barbosa de Oliveira Júnior, de 24 anos e depois teve o processo prescrito e acabou pagando cestas básicas. Poderia citar o jogador Edmundo, o dublê de cantor "Belo" que pelo poder e prestigio acabam saindo pela tangente em casos como este.


Mas me solidarizo com a família embora a justiça seja muito tardia neste país.






19/05/2009

Cristianismo Pagão?

Cristianismo Pagão?
Autor: George Barna e Frank Viola




A Abba Press tem a honra de lançar em língua portuguesa mais uma grande obra de George Barna e Frank Viola: “Cristianismo Pagão?”



Uma reflexão histórica, sincera e corajosa sobre os costumes e tradições da Igreja desde seus primórdios até hoje. Uma avaliação séria sobre a visão de Jesus Cristo para sua Igreja e discípulos, a efetiva prática cristã da Igreja primitiva e a absorção e “canonização” de costumes pagãos como rituais cristãos. Você ficará estupefato com a espécie e quantidade de tradições consideradas cristãs há séculos, mas que não têm amparo bíblico, muito menos surgiram entre os primeiros apóstolos de Cristo.



Sucesso absoluto nos EUA e no recente Encontro de Pastores e Líderes da Sepal, com notável prefácio, escrito pelo pastor sênior da Igreja Batista do Morumbi: Dr. Lisânias Moura, este é um livro que não pode faltar em sua biblioteca. Não é uma obra da moda; de fato, navega totalmente contra a atual corrente dos livros que prometem sucesso em algumas lições, grandes resultados em 40 dias ou ainda maravilhas em 360°.

Não é um livro espetacular neste sentido. É uma obra séria, densa, profunda, histórica, que visa levar seus leitores mais dedicados a grandes descobertas históricas e teológicas.

Uma obra que não se propõem a criticar apenas pelo prazer da polêmica, mas revelar de forma inequívoca o modelo de Igreja pregado por Jesus Cristo, seus primeiros discípulos e apóstolos, em comparação aos modelos atuais de igreja e práticas ministeriais: criados e desenvolvidos pelos líderes eclesiásticos de séculos passados e do nosso tempo. Se você se preocupa com a Igreja hoje e no futuro, e, especialmente, com a saúde bíblica desta Igreja, pare tudo o que está fazendo, e comece agora mesmo a ler as páginas desta obra que consumiu anos e anos de pesquisa por parte dos autores.

São 408 páginas de estudos, constatações e extenso serviço de notas coletadas nos principais centros de estudos do mundo. Tudo para que as observações e conclusões possam ser devidamente esclarecidas e comprovadas por meio de documentos históricos fidedignos. Um livro que deve ser lido e relido especialmente por pastores, professores, seminaristas, missionários e todos quantos se envolvem no ministério e no serviço cristão.




Aproveite a oferta de lançamento da Abba Press e faça agora mesmo seu pedido. Em poucos dias você receberá essa verdadeira enciclopédia reflexiva sobre tradições e costumes da Igreja em sua casa pelo Correio, com toda a segurança, conforto e economia, sem precisar se deslocar ou enfrentar os incômodos do trânsito e dos aglomerados públicos.



Uma ótima leitura e ficamos aguardando, se possível, seu parecer. Escreva e mande seu email para o editor da Abba: Oswaldo@abbapress.com.br



Desde já, muito obrigado e uma feliz leitura e prática cristã realmente bíblica!
Disponibilizei está obra em pdf que está na parte "livros para baixar e ler", agora a Abba lança ele em português, para quem gosta de ler no "papel" .
Gostei da leitura e revi muitos conceitos que eu praticava. Indico aos amigos do blog