21/09/2009

Aprendi a extorquir o povo!

Como conheceu o bispo Edir Macedo

“Eu nasci no Rio de Janeiro, mas quando tinha 12 anos fui morar com uma tia em Londres. Uma tarde eu estava passeando com minha tia pelas ruas de Finsbury Park e vi um teatro. Resolvemos entrar. Na porta estava escrito apenas Teatro Arco-Íris. Aí eu vi um piano e, como sempre tive paixão pela música, pedi para tocar um pouco. Quem veio até mim foi o Edir Macedo. Ele me pediu para que eu tocasse “Yesterday”, dos Beatles. Ele elogiou e me perguntou: ‘Você sabe tocar música gospel?’. Eu respondi que não, mas consegui acompanhar no piano quando ele colocou umas músicas gospel para tocar no rádio. Ele disse que precisavam de um tecladista e eu, que tinha 16 anos, aceitei tocar todos os domingos em troca de algo em torno de R$ 50. Depois de uns quatro meses, minha tia procurou Edir Macedo para dizer que eu voltaria ao Brasil. Daí Edir veio com uma proposta: ‘Não, a gente vai ajudá-lo. Se você permitir, nós queremos investir nele. A igreja se propõe a pagar uma escola para ele aqui na Inglaterra’. A igreja pagou para mim por dois anos uma escola de idiomas, a London Capital College. Eu passei a morar na igreja e não tinha salário.

A preparação para ser pastor


“Quando fui morar na igreja, eu dividia um quarto com outros obreiros. Passei a tocar todos os dias, fazia a limpeza do templo, a evangelização, distribuía jornal da igreja de porta em porta. Eu não tinha dinheiro para ligar para minha família no Brasil, nem no Natal. Fiquei praticamente confinado. Minha tia deixou de me visitar, achou que eu estava fanático. Eles fizeram comigo um processo de preparação para ser um futuro pastor. Quando chegava alguém à igreja para pedir um conselho, o bispo Macedo me chamava: ‘Senta aqui do meu lado para você conhecer os problemas do povo e aprender a orientar as pessoas’. Foram dois anos sentado ao lado dele. Quando o fiel ia embora, ele perguntava: ‘Entendeu? Essa moça está com problema financeiro e está tão fragilizada que, se você disser Faça isso!, ela vai fazer. Você tem de despertar essa fé que está nela para que ela venha e traga uma oferta para a igreja’. Oferta significava dinheiro, mas no começo ele não falava muito a palavra ‘dinheiro’, para não me assustar. Dependia dele para ter roupas e comida. Aqueles que eram bispos tinham muito privilégio. Queria ter a vida que o bispo Macedo e outros bispos tinham, então eu me submetia a tudo o que mandavam. Cheguei a fazer um jejum e só beber água durante sete dias. Nesses dois anos não fui sequer uma vez ao médico. O bispo Macedo me dizia que eu tinha de usar minha fé para curar a gripe, a dor de cabeça. Fazia parte do processo de sacrifício.”

Como a Universal se expande


“Eu e Edir Macedo saíamos pelo menos duas vezes por semana para procurar um teatro, um galpão onde desse para abrir uma nova igreja. A gente olhava primeiro a vizinhança. Se tivesse outra igreja na região, não valia a pena investir. E olhávamos se o povo era pobre ou de classe média. Se a área fosse pobre, era mais interessante, a igreja cresce mais. O bispo Macedo dizia que gente pobre tem todo tipo de problema. Então, é fácil ter argumento para atrair essas pessoas. Se fosse um pessoal com mais dinheiro, ele já pensava duas ou três vezes se valia a pena investir, porque apenas uma minoria frequentaria a igreja. Quando o bairro era de classe média, o pastor tinha de falar bom inglês e ter cultura, porque colocar um pastor escandaloso, ignorante, não dava certo. Em Londres, presenciei a criação de duas igrejas. Uma foi em Brixton e a outra em Peckham. Os cultos eram em inglês, 2% ou 3% dos fiéis da igreja eram brasileiros, 2% ou 3 % eram britânicos, e o restante eram africanos e jamaicanos. Havia uma preferência por colocar um pastor negro, para que os fiéis se identificassem mais.”

A escala em Portugal e a promoção


“Depois de dois anos na Universal em Londres, meu visto de estudante venceu e não conseguimos renovar. Eu já estava com 18 anos. O bispo Macedo conversou comigo e disse que Deus estava me enviando para Portugal. Fiquei lá um mês e meio, morando em Lisboa, até que o bispo Macedo me avisou que ele iria me registrar como pastor da Universal e em 15 dias eu estaria em Nova York. Ele disse que não me deixaria em Portugal porque ele precisava de um pastor com bom inglês nos Estados Unidos. No dia 13 de maio de 1999, eu cheguei a Nova York. Eu passei a tocar piano na igreja principal, no Brooklyn. Depois de uns 15 dias, o bispo Macedo chegou a Nova York e me disse que eu não deveria ficar só tocando, passaria a pregar. Foi a primeira vez em que fui responsável por uma igreja, a igreja de Utica, no Brooklyn. E, como eu era um pastor registrado pela Universal, passei a ter um salário. Ganhava US$ 600 brutos por mês. Era pouco, mas não tinha despesa com água, luz, aluguel porque eu morava na igreja.”

As metas e o método de arrecadação


“Em Utica, em dois meses, a igreja encheu. Cabiam 70 pessoas. O bispo Macedo achou que tinha valido a pena investir em mim. Comecei a fazer programas de TV e de rádio para a igreja e a participar das reuniões de pastores e bispos. Nessas reuniões, Edir Macedo nos ensinava a atingir as metas que ele criava para cada igreja. E a meta era financeira. Não era de fiéis. No primeiro mês, a minha igreja rendeu US$ 3 mil. Daí o bispo Macedo me falou: ‘Olha, Gustavo, este mês fez US$ 3 mil. Então, se no mês que vem você conseguir arrecadar só US$ 2.900, eu tiro a igreja de você. Você vai se virar para fazer US$ 3.500, senão eu vou descontar do seu salário, você não vai mais participar das reuniões e vai voltar para o piano’.”

“Fiquei tranquilo porque eu já tinha aprendido o trabalho. Ele me ensinou o seguinte: como era uma igreja pequena, primeiro eu tinha de fazer um atendimento corpo a corpo, conversar com cada um dos membros da igreja, visitar a casa, participar da vida. Eu levantava toda a vida da pessoa e determinava o dízimo. E eu ia colocando isso na cabeça das pessoas. Elas chegavam para me contar alguma coisa: ‘Pastor, fui viajar e bati meu carro’. Eu dizia: ‘A senhora está sendo fiel no seu dízimo?’. Ela dizia que não. Então eu falava que era por isso que ela tinha batido o carro. Óbvio que não tinha nada a ver, mas era uma questão de mexer com o psicológico, para que ela pensasse que as coisas ruins aconteciam por causa de um erro dela, e não por um erro da igreja ou um erro de Deus. Eu tinha de fazer aquela pessoa acreditar que o dízimo dela era uma coisa sagrada. Noventa e nove por cento das pessoas que vão à igreja, e isso eu ouvi do bispo Macedo, não vão para adorar a Deus. Vão para pedir, porque têm problemas no casamento, nas finanças, de saúde. Então o bispo falava: ‘Você chega para a pessoa e diz: Você está com problema financeiro, não está? Eu sei, eu estou vendo que sua vida financeira não está boa’. É muito fácil. Por serem pessoas humildes, elas estão mais propensas a certos problemas.”


”Noventa e nove por cento das pessoas que vão à igreja, e isso eu ouvi do bispo Macedo, não vão para adorar a Deus. Vão para pedir porque têm problemas no casamento, nas finanças, de saúde..."

O sucesso


“As minhas metas sempre eram alcançadas. Edir me dizia: ‘Agora a meta é US$ 4 mil’, eu fazia 4 mil. ‘Agora é US$ 5 mil’, eu fazia US$ 5 mil. E, a cada mês que eu alcançava minha meta, eu ganhava mais crédito, até o ponto de o bispo Macedo falar: ‘Você não é pastor para essa igreja, você é pastor para uma igreja melhor. Vou te colocar numa igreja maior, onde a meta já não é US$ 5 mil, a meta é US$ 30 mil’. Fiquei seis meses em Utica e fui para a igreja de Bedford. Vinham umas 400 pessoas, e a meta mensal era de US$ 25 mil. Alcancei todas as metas outra vez. Peguei a igreja com US$ 25 mil e deixei com quase US$ 40 mil de doações mensais. Aprendi a extorquir o povo, tenho até vergonha de falar. Uma vez coloquei uma piscina de plástico no altar por 15 dias, cheia de água. Disse que aquela era uma água do Rio Jordão, onde Jesus foi batizado. Eu dizia que as pessoas iam ser batizadas na mesma água que Jesus, desde que dessem uma oferta. E era água de torneira. Uma vez consegui fazer os fiéis doar três carros. Eles iam embora e me deixavam as chaves e o documento. A igreja vendia para fazer dinheiro. Entre os pastores, a conversa sempre era: ‘E aí, já pegou o mês?’. ‘Pegar o mês’ significava cumprir a meta. Eu chegava para um pastor que tinha uma igreja melhor que a minha e perguntava: ‘Já pegou o mês?’. ‘Já, fiz US$ 80 mil’, ele dizia. Eu respondia: ‘Olha, meu mês está em US$ 50 mil, mas vou fazer uma loucura, vou passar o teu mês e vou pegar tua igreja, hein?!’.”

Leia +. inclusive os comentários.

trecho de reportagem na Época.
dica do Fernando Passarell, via Pavablog

12/09/2009

Malafaia uma contradição!

Vejam este vídeo magistralmente produzido, sem defeitos especiais, tão somente (e mais uma vez!!!), o telepastor favorito do Eliel Vieira fazendo aquilo que ele faz de melhor... Contradizendo-se e teologizando de acordo com a sua conveniência atual.

O vídeo é pá de cal! Será que aparece alguém para defender o profeta de Mamon?




Fonte: Genizah

11/09/2009

Sensações que experimentei na igreja



Por Thiago Mendanha

Não posso ser totalmente ingrato ao meu passado dentro da "i"greja.
Tanto quanto não posso ser ingrato com meus namoricos de adolescente.
Me ocorre agora uma lembrança, ou melhor lembro-me de sensações que já
não sinto mais. Sensações boas, perigosas e efêmeras...

Minha vida dentro das enfeitadas construções sagradas me trouxe muita
bagagem da qual me orgulho. Embora possa questionar a estrada que
peguei, e aceder que existia uma melhor trilha, não mudaria o meu
caminho em detrimento de onde estou. Não posso dizer que não gostaria
de não ter experimentado tudo o que vivi. Não, seria hipocrisia minha...

Lembro da sensação de viver uma dicotomia. De achar que vivia o Céu no
fim de semana e voltava ao mundo de Segunda à Sexta - Sábado era o
esperado culto de jovens. Aquilo para mim era o Reino, era a Igreja,
era a Noiva, era Deus conosco... como na música que canta o Pe.
Marcelo, não sabia se a igreja subiu ou se o Céu desceu... Era a minha
sensação, minha experimentação espiritual mais pungente. Provavelmente
aqueles cultos repletos de contrição coletiva, choramingos, berros
extravagantes e línguas era fruto do louvor que estava "fluindo". E
isso pra mim era deveras espiritual...

Eu ficava ali, na bateria, apenas observando, enquanto tocava (ou como
dizia, ministrava), a igreja ceder aos nossos artífices de conduzir a
massa em adoração... todos com os olhos fechados, faces enrugadas e
espremidas, todos provocados pelo clima de "intimidade" com Deus. Às
vezes, eu nem estava em êxtase, mas, fingia só para "induzir" a
congregação. Os que não entravam no "mover", tínhamos por menos
espirituais, ou no mínimo haviam cometido algum pecado durante a
semana. É claro que, muitas vezes, eu próprio havia pecado durante
toda a semana, mas, no Sábado eu me arrependia e orava para que Jesus
me lavasse com o Seu sangue e me purificasse de todo pecado. Realmente
o que fazia me confessar era a noção de "Presença" de Deus no fim de
semana. Uma sensação que não experimentava durante o meio da semana e
que me permitia procrastinar e pecar, confiante que Deus me perdoaria
poucos minutos antes de "ministrar" louvor em "Sua Casa"...

Para mim, culto com "Presença" de Deus era culto com muito louvor,
muita adoração extravagante e uma pregação tocante e, preferivelmente,
com bastante eloquência e domínio das emoções dos espectadores... E,
claro, se o louvor se estendesse naturalmente em resposta da
congregação, ultrapassando o horário da pregação, isso era sinal de
que o povo estava sedento de Deus! E se o pastor fizesse cara feia
porque o louvor estendera-se era porque estava resistindo à direção do
Espírito...


Aquele finalzinho de ministração de louvor, com aquela música Enche
este lugar, e toda a igreja prostrada e declarando seu amor a Deus,
chorando, gemendo, gritando... e a música ia se esvaindo devagar
(sabíamos como criar um clima), iam sobrando apenas os sniff, sniff...
Era uma sensação tão boa! Na verdade não desejava que aquilo acabasse
ali, salvo quando estava atormentado pela culpa de algum pecado que me
impedia de entrar naquele "mover" e, eu esperava que aquele lenga,
lenga moroso terminasse o quanto antes!

É desta sensação de que me recordo agora... de forma nostálgica até!
Sensação de Céu, de lá-fora-está-tudo-bem-obrigado, de
não-me-preocupo-com-nada-porque-estou-"adorando"! E que me fazia
desgostar tanto de ter que deixar aquele prédio sagrado para tornar à
minha casa com minha mãe "descrente" e minhas irmãs "desviadas" e todo
o "inferno" que vivia lá dentro. Claro, se minha referência de Céu era
o culto, para mim o inferno era em casa: responsabilidade,
relacionamento para cuidar, diálogo para administrar, tarefas para
cumprir, problemas para superar, gente para amar, gente para odiar,
gente para perdoar, falta de dinheiro para se preocupar... vida para
viver! E sem abundância por sinal! Minha vontade era ficar recluso
dentro da "i"greja, eu até tinha as chaves do templo! De maneira que
para não ficar em casa, ficava lá dentro, ouvindo música, adorando,
orando... FUGINDO!

Toda essa experiência religiosa era tão gostosa quanto ficar com as
meninas(geralmente esse era o pecado de que devia me arrepender no fim
de semana)! Aqueles beijos sem compromisso que elevavam a adrenalina
(geralmente tinham que ser escondidos), que me causavam momentos de
prazer, de satisfação efêmera... e que me fazia ir atrás de mais
meninas pra ficar! Eu era dependente daquilo tudo... porque era como
um ópio para mim! Uma válvula de escape, tal como beijar
descompromissadamente (e, como não podia passar disso até o casamento,
também descarregava de outra forma, o que também era um pecado
frequente nas confissões antes de "ministrar"), tal como usar uma
droga para fugir dos meus problemas, era assim que me viciava na "i"greja!

Mas, como disse, não posso ser ingrato nem com os beijos, frutos de
imaturidade, nem com a experimentação religiosa e relacionamento com
Deus de outrora, frutos de ingenuidade! Foram experiências que me
trouxeram aprendizado e sensações arrebatadoras... mas, que não posso
mais desfrutar porque cresci... e aprendi que não posso fugir da vida
e achar que estarei seguro no interior de um templo, no ócio de um
culto ou no ativismo de um ministério!

Agora sei que a Presença de Deus se faz em mim em todo o tempo, e essa
noção de Deus Comigo, me ajuda a distanciar o pecado com maior
eficiência e autenticidade. Não fujo mais da vida... mas, recebo a
proposta de Cristo que veio para que eu tenha vida - viva- em
abundância. Isso
significa não ceder aos caprichos, problemas e
relacionamentos que ela traz e não fugir como um covarde que não tem
em quem confiar seu destino. Cristo é comigo, a quem (que) temerei?

Enxergo agora que se o Reino de Deus se resume aos mimos que
experimentamos num culto, o mundo estaria sem esperança! Sei que o
Reino já se estabelece nas nossas vidas à partir do momento que
acedemos que Cristo reine em nós, tornando-nos Sua moradia! E
implantando o Seu Reino aqui na Terra para que, quando Ele regresse,
seja como no Céu!

Hoje, não preciso experimentar beijinhos (ou amassos) escondidos com
cada gatinha diferente por aí, tenho com quem me RELACIONAR em
compromisso, confiança e fidelidade. Hoje não preciso me entorpecer
num ambiente sagrado achando que estou me relacionando com Deus... e
esperar uma semana para experimentar outra vez a mesma sensação! Não
preciso de lugar, hora, dia, ou programação com gente para me
RELACIONAR com Deus!

Nem só de sensações boas viverá o homem...
"

Fonte: Fórum MMC Yahoo.

03/09/2009

O que é Igreja?



"O que vem à nossa mente quando pensamos sobre a palavra igreja é a coisa mais importante que molda o nosso funcionamento como igreja." - Dan Kimball,A Igreja Emergente

[via Dliver Blog] (via Pavablog)

29/08/2009

Quanto você cobra para pregar?

Alguns anos atrás eu estava no gabinete da igreja quando o telefone tocou. Quando atendi ao telefone, a pessoa do outro lado da linha disse que queria falar com o pastor Silas e se ele estava. Eu lhe disse que era o pastor Silas quem falava. Então ele se apresentou e me disse que era de uma igreja batista de uma outra cidade e se haveria a possibilidade de pregar em sua igreja em um congresso de jovens, me explicando que já havia ligado para o Pr. Silmar Coelho, mas nessa data ele estaria nos Estados Unidos, e que havia ligado para a cantora Eyshila, mas ela também não poderia estar no congresso naquela data. Então eles se lembraram de mim e resolveram ligar para ver se haveria a possibilidade de estar pregando no congresso. Eu olhei a minha agenda e verifiquei que na data que queriam, apesar de ser um feriado prolongado, eu estaria livre. Então veio a famosa pergunta:

- Quanto o senhor cobra para estar pregando em nosso congresso?

Então lhe falei que não cobrava nada. Ele surpreso me disse:

- Nada!

- Nada. Respondi.

Então o rapaz me disse com muita empolgação:

- Pois eu quero lhe dizer que o senhor receberá uma boa oferta da igreja.

Confesso para vocês que eu fiquei surpreso, pois alguns anos antes eu havia pregado nessa igreja e ela não tinha paredes e eu nada cobrei e nem nada recebi. Voltei para pregar lá novamente, dessa vez já havia paredes e me deram uma oferta para cobrir as despesas da gasolina. Queridos, confesso para vocês uma coisa, não cobria a metade da gasolina que eu havia gasto, mas tudo bem.

Enquanto ele me falava pensei comigo: “Vou levar um grupo da igreja para esse congresso”. Mas aí ele completou:

- Não só uma boa oferta, mas o senhor terá todas as despesas pagas e dormirá num hotel fazenda excelente que temos aqui na cidade.

Meus irmãos, na mesma hora eu desisti de levar comigo a igreja; só vou com a minha esposa e não vou nem levar as crianças, meus filhos nessa época ainda eram bem novos. Hotel fazenda, boa oferta e ainda todas as despesas pagas. Que mudança. Que benção. Como estava mudada a igreja. Tão liberal e tão próspera.

Enquanto eu pensava nisso, o abençoado no outro lado da linha me disse assim:

- Pastor o senhor é muito famoso aqui em nossa cidade.

Aí eu pensei: “Famoso?” Ta certo que eu havia pregado lá duas vezes, e confesso que foi uma benção, mas famoso? Foi quando perguntei:

- Eu? Famoso?

- É. O senhor é muito famoso aqui, afinal de contas o senhor não é o pastor Silas Malafaia?

Então eu falei:

- Não meu irmão, eu sou o pastor Silas Alves Figueira.

- Ué! Ai não é a Assembléia de Deus da Penha?

- Não querido, aqui é a uma igreja batista e fica em Teresópolis.

- Ah pastor me desculpe pelo King Kong que eu paguei! Eu queria falar era com o pastor Silas Malafaia, o senhor não tem o telefone dele aí não?

- Não meu irmão, eu não tenho.

Queridos, tudo bem que eu não sou o Malafaia, mas também não sou nenhuma “Mala Sem Alça”. Por qual motivo o Malafaia tem boa oferta, despesa paga e hotel fazenda e para o Malafeia não têm nada? Só porque ele é famoso? Por que será que para o Pastor Silmar Coelho e para a cantora Eyshila podia ter honras financeiras e para o Malavazia não podia ter nada? Será que só eles merecem não ter gastos financeiros?

Fico imaginando eu e a minha querida esposa chegando à cidade e dando de cara com os cartazes, “Hoje estará conosco o famoso pregador Silas Malafaia.” E chega ao congresso o não famoso Malavazia com a sua digníssima esposa, que não se chama Elizete, mas Cláudia. Graças a Deus que o abençoado falou que o outro era famoso e eu achando que era eu. Já parou para pensar que situação eu iria enfrentar e eles?

Meus irmãos esse ocorrido me fez ver que quanto mais famoso você for, mais honras você recebe, como se a honra estivesse na fama e não na pessoa. Eu não tenho nada contra o pregador ou cantor receber uma oferta por ir a uma igreja para ministrar, o que eu não aceito é essa cobrança que se anda fazendo por aí. Pregadores e cantores cobrando para ministrar e cobrando alto, exigindo coisas que não tem lógica. Eu soube de um pregador que após pregar foi convidado a ir à casa de uma família da igreja para jantar. Quando ele viu que o jantar era sopa (pois estava muito frio naquela noite), ele disse para o dono da casa que por “aquilo” ele não dava graças, e foi jantar em outro lugar. Quanta arrogância entre os “famosos”, muitos vieram de lugares pobres, e muitos deles nem tinham o que comer direito, mas basta um pouquinho de fama e já começa o chilique, não como isso, não como aquilo. Onde isso vai parar meu Deus? Se alguém souber a resposta me diga por favor.

Autor: Pr Silas Alves Figueira, que não sabe o telefone do Malafaia.
Fonte: Ministério Batista Bereia
[via POIMENIA] (via PAVABLOG)

20/08/2009

Você acredita em vampiro? Eu acredito!

Você acredita em vampiro? Eu acredito!

C. L. Costa, 13 de agosto de 2009


Eles estão entre nós! Vindos do mundo das trevas são filhos de Drácula, netos de Belzebu, o príncipe dos demônios. Abomináveis criaturas que saem das suas sepulturas para sugar o sangue dos vivos.

Mas não se engane! Desde os remotos tempos bíblicos eles já caminhavam aqui na Terra bramando como leão, buscando a quem possa tragar. Aterrorizantes e ameaçadores eles se disfarçam com aparência humana andando livremente entre nós para roubar, matar e destruir.

João Batista os chamou de "raças de víboras"; Paulo de "ministros de satanás"; João de "filhos do diabo"; o próprio Senhor Jesus os chamou de "serpentes", e também de "os filhos deste mundo" por causa de suas sagacidades.

Eles são os mestres da enganação! São semelhantes aos sepulcros de mármores branco, exteriormente parecem magníficos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia.

Você já deve ter ouvido falar de alguns vampiros brasileiros: Zé Vampir, Bento Carneiro, Conde Vlad, Liz Vamp, Bóris Vladescu. Estes não passam de personagens literários para satirizar os defeitos e vícios dos verdadeiros vampiros.

Como a sanguessuga eles nunca se fartam, nunca dizem: basta! Somente: dá e dá. O filósofo alemão Friedrich Engels disse o seguinte sobre eles: "o vampiro não largará a presa enquanto houver um músculo, um nervo, uma gota de sangue a ser explorada".

Podemos encontrar esses seres hematófagos dentro das sinagogas de Satanás espalhadas pelo mundo, que na verdade são templos religiosos com o nome falso de "igreja". Seus líderes são falsos apóstolos, falsos profetas, falsos pastores e falsos mestres. Muitos estão nas rádios e nas TVs em horários nobres e pelas madrugadas (sessão terror). Escrevem livros, compõem músicas, promovem campanhas, shows e seminários. São negociadores de Deus, comerciantes da fé. Fazem qualquer negócio
em busca de carne fresca para cravar os dentes e saciar a sede por sangue.

Estou falando dos indivíduos que usam a fé para enriquecerem a custa alheia e por meios ilícitos. Como vampiros, vivem somente de sugar o dinheiro alheio. A doutrina do dízimo de Malaquias 3:8 serve apenas para aliviar momentaneamente seus apetites. Mal sacia a sede dos vampiros por Mamom. A oferta pela qual os membros de uma religião oferecem ao vampiro o fruto do seu trabalho prova preto no branco, por assim dizer, de que dispuseram livremente de si mesmos. Mas concluído o negócio, descobre-se que eles não eram 'ofertantes livres', que o momento no qual deram como oferta o dinheiro foi o momento no qual foram forçados a ofertá-los, que de fato os vampiros não largarão a presa enquanto houver um músculo, um nervo, uma gota de sangue a ser explorada.

Sejamos totalmente consciente, sóbrios e lúcidos de que a verdadeira religião está firmemente edificada no amor de Deus oferecido a todos gratuitamente através de Jesus Cristo. Que a oferta e o sacrifício que agrada a Deus é o culto que faz uso da razão. E que o amor ao dinheiro é idolatria a Mamom (riquezas), e que não podemos servir a Deus e as riquezas (Mamom).

"Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele." (I João 2:15)


Fonte:

Comunidade Batista Missão da Fé
Jornal Urro do Leão & Missão Ichthus
www.urrodoleao.com.br

17/08/2009

Porcaria


Fonte: http://verticontes.blogspot.com/2009/08/atitude-evagelica.html via Pavablog

Matrix Cristão

O sistema religioso

Uma comparação de uma cena do filme, com a saída de Neo do sistema religioso corrupto e humano que tem controlado os cristãos e retirado-os da verdadeira mensagem de Jesus.

13/08/2009

Mi ardi o ôi!

Bom humor contra o fumo.

10/08/2009

SILAS, CERULLO E A “PROFECIA SONIESTINA” DA ESPOSA DO KAKÁ…

Morris Cerullo não prega o Evangelho

Nesses 25 anos de vida em Cristo já tive a oportunidade de tomar café à mesa de alguns ícones da Igreja Evangélica atual. Já estive com Jabes de Alencar, Silas Malafaia, Jimmy Swaggart, T.L. Osborn e a cúpula da igreja quadrangular, mas nunca estive com Morris Cerullo. Mas, como tudo aquilo que vem de nossos irmãos norte-americanos é recebido sem muito discernimento pela igreja evangélica tupiniquim, o nome de Morris Cerullo sempre foi muito “venerado” no meio pentecostal.

Felizmente tenho atravessado um processo de desconstrução mental, psicológica, emocional e espiritual nesses últimos anos quanto à igreja evangélica e, consequentemente, já tinha me desiludido com Morris Cerullo, depois de ler suas declarações do poder da fé na famigerada teologia da prosperidade, sua Bíblia da prosperidade e batalha espiritual (patrocinada aqui no Brasil por Silas Malafaia) e seu famoso dom do “riso”, exaustivamente mostrado no You Tube.

Todavia o “profeta” (segundo Silas Malafaia) estava para se apresentar, ao vivo e à cores, no programa “Vitória em Cristo” (também de Silas Malafaia). Não poderia deixar de ouvir a palavra desse “grande profeta do Senhor”.

Durante 40 minutos eu e minhas filhas ficamos sentados na sala em frente à televisão, ouvindo o tal profeta (entrevistado por Silas Malafaia e interpretado pelo irmão do pastor Jabes de Alencar), falando sobre crise financeira mundial e sobre a prosperidade determinante na vida do cristão.

Ao final da entrevista ele lançou um “desafio profético”: como estamos no ano de 2009, o Senhor “revelou” pra ele que se cada telespectador enviar $ 900,00 para o programa de Silas Malafaia o Senhor não permitirá que aquele crente passasse pela crise financeira mundial. E lógico, que tudo muito acompanhado de textos do Antigo Testamento do livro de Deuteronômio, de Samuel, dos Reis e do Apocalipse.

Detalhe importante: em nenhum momento esse homem falou de Jesus e da graça do Evangelho!

Ao final minha filha comentou: “Teria que trabalhar 3 meses para poder ajuntar esse dinheiro e assim enviar pro dito cujo programa e me “livrar da crise financeira mundial”. Minha filha é jovem, e é esse tipo de “evangelho” que essa geração está ouvindo!. Expliquei à ela que tudo aquilo era um grande engano e se, aplicarmos as palavras de Jesus que disse “que a boca de um homem fala do que o coração está cheio”, ela deveria ignorar as profetadas do engano do Dr. Morris Cerullo.

Ah! Lembrei-me também de uma ocasião, que voltava de um trabalho numa cidade vizinha, o sol causticante das 13:00h, e uma jovem com um bebê no colo acenando freneticamente na beira da estrada. Meu bom senso ofuscado pelo sentimento de dó dela e da criança me fez parar para socorrê-la. Já dentro do carro fui surpreendido quando ela me pediu R$ 20,00 para poder comprar alguma coisa para ela comer e leite pro filhinho e que, em troca ela faria qualquer coisa que eu quisesse. Dei-lhe o dinheiro, e disse que não precisava fazer nada e a deixei em frente de um posto de saúde no centro da cidade.

Não sei por que a imagem daquele episódio da jovem mãe e seu filhinho, veio-me a lembrança quando eu estava assistindo Silas Malafaia e o “Dr.” Morris Cerullo pedindo R$ 900,00 de oferta de fé para livrar os crentes da crise mundial?

Reinaldo de Almeida

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Resposta:

Meu irmão: Graça e Paz!

Antes de tudo quero responder a questão dos necessitados em relação ao que os “profetas da ganância” dizem; e faço isto apenas pedindo para que você leia o seguinte link no site: OS ESPÍRITAS “SAMARITANOS” E OS PASTORES “SACERDOTES” E “LEVITAS”…

Somente hoje a sua já me é a 10ª carta mais ou menos de gente reportando a mesma coisa... Alguns ainda se escandalizam com o Silas, o Jabes, o Cerullo, e com o diabo...

Fico pasmo!...

É como ver espinhos sendo plantados e ficar surpreso quando nascem espinhos!... e não uvas!

Só pra você ter uma idéia, o Cerullo já foi crente e já pregou com muita paixão e unção!...

Pasme! Mas é fato; o que mostra como o coração é enganoso sempre, até pregando supostamente o “evangelho”...

No ano que eu mudei de volta para Manaus com minha família, ainda adolescente, em 1970, o Cerullo esteve na A.D. de Manaus, no tempo que o Pastor Alcebíades Vasconcelos ainda era o pastor [bons tempos!].

Sim, o Cerullo esteve lá creio que duas vezes, se não estou enganado... Não fui a nenhuma... Não era convertido e não me interessava por “evangelistas”... Mas meu pai foi todas as noites e voltou encantado...

Cerca de 10 anos depois eu o conheci nos Estados Unidos e o vi pregar... Voltei já triste e chocado... Já não era...

A seguir, ainda nos anos 80, meu amigo Lacio Pontes e sua esposa Bárbara, haviam trabalhado num fim de semana numa “Cruzada” do Cerullo e haviam saído de lá aos vômitos, quando viram os “paralíticos” sendo preparados 1 hora antes do “show”..., a fim de que na “hora das curas” eles ficassem “curados”...

Havia até ponto de luz no lugar das “cadeiras” previamente marcadas para terem os seus andantes e sadios paralíticos se levantando na hora de começar a sugestão e a histeria...

Os “bons” foram curados...

Os doentes caíram das arquibancadas tentando...

Meus amigos saíram de lá aos vômitos...

Depois o Custódio Rangel da Associação dos Homens de Negócio do Evangelho Pleno, trouxe o bicho pra cá outra vez... Cerullo e seus filhotes de maldade..., como o tal do Benny Himn.

No Brasil os discípulos da loucura já eram muitos, mas aquele maluco da Bahia, o que recebe ligação telefônica do anjo Gabriel, esse Atila Brandão, tomou o papel Tupiniquim do Cerullo...

Hoje o Cerullo está “morto” na América... Então, virou “levantador de fundos sob o mandamento profético” nos lugares do mundo nos quais a ignorância e a desinformação ainda pagam muito bem.

Atualmente existem pessoas vendendo o “dom de levantamento de fundos de dinheiro de crentes”...

Sim, o cara chega e combina com o pastor: “Você me convida um fim de semana, me dá um alvo financeiro, e eu levanto o dinheiro, mas 35% ficam para mim. Certo?”

Ora, a maioria dos pastores diz “sim”.

Hoje cedo alguém me escreveu:

Gostaria de saber a sua opinião acerca dum testemunho que ouvi agora pouca da esposa do jogador Kaká. Segundo ela, “a crise afetou todo o mundo e, por isso, ninguém tem dinheiro ultimamente, no entanto Deus concentrou o dinheiro do mundo no Real Madrid para que o clube pudesse ter à condição financeira de contratar o kaká”. Fiquei um pouco chocado com a percepção dela, principalmente pelo fato de eu ter visto uma reportagem em uma determinada emissora, que mostrava pessoas em Moçambique comendo ratos porque não tinham comida. Te pergunto: Será que Deus concentrou boa parte do dinheiro para abençoar uma pessoa em detrimento de milhares e milhares que estão comendo ratos para sobreviver? Não conheço o KaKá e nem a sua esposa e também não quero julgar o casal, pois acredito eu, que eles devem ajudar muitas pessoas, mas mesmo assim eu não conseguir entender o testemunho dela pela razão que coloquei acima.

Pois, bem, é assim que as mentes estão...

No caso do Kaká, coitado, ele e a esposa são escravos espirituais do Estevam e da Sonia; e mulher do Kaká já foi ordenada lá...; e o Kaká agora é presbítero do Estevam, e até teve que pregar um “sermão” particular para o Estevam a fim de ser “aprovado”... Ora, creia, quem disse isso a eles, ao Kaká e a esposa, foi a Sonia ou o Estevam, ou ambos; pois, é do dinheiro do Kaká que eles dependem muito hoje... Portanto, a menina, a esposinha ainda criança, está apenas ecoando a “Profecia Soniestina” ou “Estevamtina” do casal...

Meu irmão, se Deus fosse assim, creia, ele seria o Diabo!

O Kaká ama Jesus e sua esposa também. Mas o Deus que ensinam a eles, nas maldades que faz, na “Sua” falta de amor pelo que Ele mesmo criou, e pela “Sua” diminuição até ao nível da mesquinharia do “Cristianismo” — tornou-se o diabo, do ponto de vista conceitual, e não Deus.

Outro escreveu:

Amado pastor Caio,
Escrevo esta mensagem primeiro para parabenizá-lo pelo trabalho neste site e no seu ministério.
E também pra comentar algo que acontece no meio "evangélico".É que quando pensamos que já vimos de tudo, que não pode ficar pior, aparece o Silas Malafaia, no seu programa do ultimo sábado, apresentando uma entrevista com Morris Cerulo, no qual pedem 900 reais.E depois que a pessoa mandar "voluntariamente" os 900 reais, ela irá prosperar.(O Silas antes condenava a teologia da prosperidade...mas agora).
Ah, e tem mais, o Silas manda a gente acreditar no Morris Cerulo, pois ele é um Profeta de Deus.Confesso, que até gostava de assistir ao programa do pastor Silas Malafaia,eu sempre examinava a pregação e tirava o que era bom e de acordo com a Bíblia,mas de uns tempos pra cá, esta difícil de agüentar o programa dele.E depois dessa entrevista,acabou pra mim....
Veja o vídeo da entrevista:
http://www.youtube.com/watch?v=QXyTDsbjsnc
Obrigado, e Deus continue te abençoando grandemente.

Ora, a este amado irmão digo o mesmo.

E mais: digo que o Silas nunca creu em nada... Ele crê no que seja conveniente... Quem viver verá... O compromisso dele é com ele e com o que possa lhe dar alguma coisa... Foi comido pela ganância enquanto anda enganando e sendo enganado...

Eu não sei como ainda há pessoas que têm dois neurônios pelo menos, mas que, mesmo assim, ainda esperam colher uvas de espinheiros...

Ontem eu vi aquele novo na “praça”, o tal do Valdomiro, iniciando seu caminho de desgraça..., pedindo dinheiro o dia todo...; e ainda se diz grosso e mal e educado a fim de ter seu jeito “tosco” como pretexto para dizer o que queira sob o disfarce da semi-ignorância, o que não é verdade, posto que ele seja “cobra criada da Universal”, e tenha o Didine, ex-macedeano e universal, como seu “promoter ministerial”...

Tudo isso terá o justo juízo de Deus!...

Eles estão semeando espinho e pensam que ceifarão uvas...

Não! Quem planta espinhos não ceifa outra coisa senão espinhos... É que a ceifa ainda não chegou, mas se aproxima galopando...

Quem se entrega para ser espiritualmente cuidado por eles, fica assim como conta este vídeo do Youtube que um mano muito amado me mandou hoje cedo:

http://www.youtube.com/watch?v=stsNNmp7Al0&feature=related

Infelizmente é isso!...

Nele, que diz:Sai dele povo meu!”,

Caio

10 de agosto de 2009

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